04/08/2010

HH777 opiniões


Olha só, mais opiniões sobre o HH777:

essa é do blog do Andre Lorenz:
http://andrelorenz.wordpress.com/2010/08/01/review-captador-malagoli-hh777-henry-ho-signature/

essa é do blog Zona do Humbucker, bem legal...por sinal...
http://zonadohumbucker.blogspot.com/search?updated-min=2007-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2008-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=8

se tiverem um tempo, vale a leitura...

pra quem tem Facebook, um vídeo meu gravado pelo Maurizio...testando a guitarra dele com 2 x HH777. Não estranhem...os referidos caps estavam com uma capa cromada preta sem os pólos aparentes...gambiarra do próprio Maurizio...que aliás...ficou muito bom!
http://www.facebook.com/#!/video/video.php?v=139590506071324&ref=mf

16/07/2010

HH777 - the "pink" Attack!

poutzzzzz........olha issoooooo!!!!!!!!!!!!

Olha só...acabou de chegar a versão "pink" do meu captador signature, o HH777.
Pois é...bem legal! Muitos acharão "ducarai" e outros nem tanto...
Esse da foto é o Realbucker para braço, mas tem tbém o Hellbucker para ponte.
Tirei "as pressas" com o celular...minha câmera estava carregando...depois colocarei fotos mais decentes...
Essa cor já está disponível e os caps podem ser adquiridos no site:
Ainda não decidi em qual guitarra vou colocar essa dupla de "pinks". Acho que combina com guitarra preta. Essa combinação me lembrou as Ibanez Roadstar II modelo Allan Holdswoth...eram pretas com caps DiMarzio rosa(s)!
Agradecimentos a Malagoli, meus parceiros de longa data que se empenham 1000% quaisquer que sejam as circunstâncias...
Essa versão pink é comemorativa de 5 anos de existência do(s) HH777(s)...
e aproveitando...posto aqui um teste que saiu na Guitar Player de junho de 2007.
Foi o teste feito pelo meu brother Jaques Molina sobre o Hellbucker e Realbucker.



E não deixem de bisbilhotar o blog da Malagoli:
http://captadorescombr.blogspot.com/
E recentemente, tbém na GP saiu a matéria com meu amigo Milton Medusa...citando o HH777 tbém...só clicar na imagem para ler a matéria.


E tem um vídeo meu bem "ruizin" no You Tube...com o Hellbucker:

07/07/2010

Cadê Ronaldinho na Copa do Mundo?


Oi galera,
Me pediram pra falar de futebol, de copa do mundo...sei lá mêo???
Eu gosto de futebol, sempre gostei. Mas sei não...
Essa copa do mundo está muito sem sal. Muito corre corre, futebol feio, ausência total de técnica, muitos jogadores detonados e cadê o Ronaldinho???
Essa coisa de parar o país por causa dos jogos da seleção, poutzzz...Nada a ver nos dias atuais. É mais fácil neguinho ficar indignado em encontrar loja fechada no shopping no domingão.
Agora copa do mundo é justificativa, muito mais que domingo pra católico que tbém gosta de futebol...vai entender?
Bom, as seleções do continente foram um fiasco. Somente a seleção de Gana teve "gana" pra chegar nas quartas de final. O penalti perdido nos descontos do segundo tempo (jogo das quartas com o Uruguai) foi a cena mais dantesca da copa! A cara do jogador depois que perdeu esse penalti foi a segunda cena mais dantesca da copa!
Os "bafana bafana" outro fiasco. A única coisa que eu gostei foi do som desse têrmo: bafana bafana - significa boys e quando repete, é plural: boys boys...
No quesito futebol, os "bafana boys" ainda tem que comer muito arroz e feijão...e o Parreira protagonizou a cena mais constrangedora da copa (o não aperto de mão com o técnico francês...).
Itália e França? viiiixxxeeee!!!!!!!logro total...power failure!
Argentina: olha, Maradona tava uma figura. Ele ainda tem muito que ralar como técnico de futebol. Como jogador era fenomenal! Mas eu acho que ele foi bem razoável. E muito coerente nas coletivas de imprensa. Já o Messi & Cia não estavam jogando uma bola redonda...nem na África, nem aqui, nem na PQP.... Faltou o Veron jogando todos os jogos, Aguero e Milito idem. Mas tomar de 4 da Alemanha foi antológico! Brasileiros comemoraram mais que alemães!
Uruguai mandou bem! Lugano que é sócia do Jude Law fechou a área, Suarez com a mão de Deus (protagonizou a melhor defesa da copa...sem ser goleiro) e o Diego Forlan que jogou um bolão...pra mim...um dos melhores da copa.
Holanda, Espanha e Alemanha...eu acho que quem merece é a Alemanha - conseguiu renovar o time, mudou o estilo de jogar em relação a temporadas anteriores e evoluiu durante a competição. Já holandeses e espanhóis...dá licença...eita futebolzinho feio porém sortudo.
Japão surpreendeu pra caramba. EUA também e Paraguai deveria ter levado "a" Riquelme (entenderam? ).
Inglaterra? capengaram de novo amaldiçoados no lance de 1966...poutzzz, é só inverter o 9 e ficaria 1666...isso...666...
Brasil? sobre o Dunga...pelo menos "peitou" a Globo e vuvuzelou bons palavrões nas coletivas de imprensa...vocabulários ofensivos direcionados e intencionais. Foi hilário.
Tecnicamente, ele foi mals.
Sobre o time: bastava levar a defesa do São Paulo FC com Rogério Ceni, o Hernandes e o ataque do Santos FC. Botava o Ronaldinho no banco pra entrar sempre no segundo tempo no lugar do Ganso...e nem teria levado o Kaká. Esse time que foi pra copa...não tem nem condições de disputar tipo um campeonato brasileiro e até mesmo um paulistão.
Mas convenhamos, a Copa do Mundo é um grande negócio. Conspirações, boatarias e teorias a parte...tem muita coisa rolando nesse backstage futebolístico.
Bom, falei, falei, falei...e pra mim, Copa do Mundo não tem mais a magia de antes. Assisti menino a Copa de 1970, vibrei com cada gol, cada drible e cada lance de futebol arte. Foi assim tbém em 74, 78, 82, 86, 90, 94 e a partir daí...só valeu a 2002 pq o Brasil foi penta.
Mick Jagger? Pé frio?
Bom, o cara é trilhonário, tem mais de 60 anos mas parece estar melhor que muitos de 30, come a mulher que quiser, entra onde quer, faz e ganha grana (aliás...muita grana) com o que gosta de fazer. Ele é pé frio? Hahahahaha...pé frio é o Galvão Bueno!
Vou assistir os jogos finais e lamentar muito se um país europeu ganhar ( e ganharão mesmo)...Eles estão nessa ...muito por mérito dos sul-americanos que jogam por lá....
Alguém lembra de algum italiano, francês, espanhol, holandês ou alemão que joga aqui, ou na Argentina, no Paraguai ou no Uruguai? Pois é!
Será que um alemão, holandês, inglês, italiano, espanhol...qdo criança já diz: "eu quero ser jogador de futebol"??? Acho que não. Tem criança aqui que diz "eu quero ser deputado estadual? Pois então...
2014 eu volto a escrever sobre a Copa.

01/07/2010

Hard Blast!



galera, saiu uma resenha do show do UFO no website da minha amiga Maila:

http://www.hardblast.com/resenha/resenha-ufo-0610.asp

O texto é totalmente diferente das resenhas que foram publicadas aqui e que serão também publicadas na próxima edição da Cover Guitarra.

www.hardblast.com/index.asp
acesse sempre também o website da Maila, que é bem legal!

23/06/2010

Cover Guitarra 180

Cover Guitarra 180
Essa edição é a derradeira com layout que vocês conhecem. A partir da próxima edição número 181...muita coisa vai mudar em termos de edição gráfica (visual e conteúdo). Meus amigos Andre Martins e André Sampaio assumiram o editorial e a coisa toda deve surpreender a todos os leitores. Nesta edição, matéria de capa bastante oportuna com o genial Jeff Beck com transcrições de licks e riffs feitas pelo Alexandre Bastos.
Na coluna Flash, Steve Vai e sua nova banda. E a continuação do especial Home Studio com Daniel Raizer - matéria bem legal por sinal!
Em termos gerais, a 180 está bem pobre. Faltou um pouco mais de conteúdo, mas as transcrições e as colunas regulares estão presentes.
Quanto aos testes: fiz a análise do amplificador Sound Maker Destructor 210. Era para ter mais 2 testes mas o editorial simplesmente "esqueceu" de colocá-los. Pois é, já era tempo de mudanças mesmo...toda transição está sujeita a coisas do tipo...infelimente...
E não deixe de ler minha coluna OFICINA, onde tiro dúvidas de equipamentos.
Vamos aguardar a próxima edição que provavelmente será mais recheada e mais interessante.

Coluna Oficina edição 180

06/06/2010

Vinnie Moore Workshop

Vinnie Moore - Blackmore Rock Bar - 30/05/2010

Terminada a tour com o UFO, Vinnie Moore voltou para São Paulo para fazer uma clínica de guitarra no Blackmore Rock Bar. Domingo nublado, cheguei ao local antes do horário do workshop (às 18 horas) e já havia uma tímida fila de guitarristas e admiradores. Vinnie chegou pouco antes do horário acompanhado pela produção e pela roadie Sylvia que também fez a tradução das perguntas e respostas.
Vinnie tocou músicas instrumentais de seus discos solos: “Time Odyssey”, “Meltdown” “Out Of Nowhere” e do mais recente álbum: “To The Core”.
Ele usou playbacks das músicas e utilizou o backline do show do UFO: os mesmos amplificadores, pedais e guitarras. Ele explicou detalhes e funções de cada pedal, o ajuste do amp e detalhes das guitarras. Tecnicamente, Vinnie mostrou um vocabulário musical bastante expressivo. Seu fraseado mudou muito desde a época “shredder oitentista”. Ele tocou muitos licks de pentatônica com cromatismos bem colocados, usou palhetada híbrida e usou um Ebow para certas passagens melódicas. Relembrou temas clássicos do começo de sua carreira que abusava das escalas menores harmônicas, arpejos diminutos e frases melancólicas.
Com bom humor, Vinnie respondeu a todas as perguntas. Falou da sensação quando efetivado como guitarrista do UFO – “algo surreal, tornar-se guitarrista de uma banda que costumava admirar e “tirar” os riffs e solos”. Explicou que ficou gripado na primeira tour com o UFO, falou da pressão e a ansiedade que passou. E quando abordado sobre a trilha que fez para o comercial da Pepsi, disse não lembrar mais do antológico solo que fez! Vinnie disse não conhecer muito de música brasileira e depois finalizou o workshop tocando a belíssima “Meltdown”. Depois da clínica, ele autografou CDs e tirou fotos com a maioria dos presentes. Vinnie seguiu depois para o sul do Brasil para uma série de workshops junto com o baterista Aquiles Priester, da banda Hangar.

Vinnie mandando bala com solos inspirados!

Meltdown!

In Control!

Eu e Vinnie!

fotos: Henry Ho, Miwa Sato

03/06/2010

UFO Brazil Tour 2010 - Sâo Paulo 26 de maio de 2010 Carioca Club


A legendária banda inglesa UFO esteve no Brasil pela primeira vez, para série de apresentações. Além de São Paulo, a banda também tocou em Goiânia, Recife e Belo Horizonte. A formação atual da banda inclui três integrantes da line up clássica: Phil Moog nos vocais, Paul Raymond na guitarra base e teclados (entrou em 1977) e Andy Parker na bateria. Na guitarra principal, Vinnie Moore – que entrou para o UFO em 2003. Vinnie surgiu no final dos anos 80, numa época prolífera em guitarristas virtuoses. Ele também tocou na banda de Alice Cooper.
No baixo, o baixista Barry Sparks que substituía Pete Way (da formação clássica), também foi substituído pelo contrabaixista Rob de Luca. Rob tocou com o UFO durante a tour americana de 2008 e atualmente integra também a banda solo do vocalista Sebastian Bach.
O show de São Paulo foi realizado no Carioca Club – aliás, um nome insólito para uma casa de espetáculos em plena capital paulistana!
Horas antes do show a audiência era mista e composta por fãs antigos, trintões e gente nova que curte rock clássico.
Adentrei para o recinto através de uma porta lateral. No dia do show, recebi um telefonema da roadie de Vinnie, minha ex-aluna Sylvia Dantonio, que é luthier e técnica de palco. Uma das guitarras de Vinnie estava com a tarraxa quebrada! Motivo pela qual fui até o local mais cedo para levar as peças de reposição e executar o reparo. Aproveitei para tirar fotos do equipamento, conversar rápido com Vinnie e bisbilhotar o set list.
O show saciou a vontade dos presentes com uma seleção de canções clássicas e performance empolgante da banda. Temas como: Let It Roll, Mother Mary, Out In the Street, This Kids, Cherry, Only You Can Rock Me, Love to Love, Aint No Baby, Too Hot To Handle, Lights Out, Rock Bottom e Doctor Doctor. Duas canções da era moderna foram tocadas:
When Daylights Goes To Town e Hell Driver, que não empolgaram tanto.
O vocalista Phil Moog continua cantando como nos velhos tempos. Paul Raymond mostrou eficiência como guitarrista base, Andy e Rob mostraram uma cozinha irrepreensível. Quanto a Vinnie Moore, a expectativa era muito grande e as comparações com o antecessor Michael Schenker seriam inevitáveis. Mas ele se saiu muito bem. Vinnie manteve a originalidade dos solos de Michael, nas canções onde realmente não poderia modificar. E improvisou e impôs seu fraseado, nos solos de canções onde poderia fazer diferente. Na belíssima Love to Love, ele mesclou ambos os estilos e fez um ótimo trabalho. Em Rock Bottom, muito improviso com direito a arpejos, escalas menores em alta velocidade, fraseados de jazz oitavados e uso abusivo da alavanca. Com relação ao timbre, Vinnie manteve uma sonoridade padrão sem muitas firulas ou efeitos. O backline do guitarrista é simples e básico.

Guitarras
Dean Vinnie Moore signature model

Guitarra principal com acabamento vermelho translúcido. Corpo em Alder com top de maple quilted. Braço de maple com escala de maple, 22 trastes altos, marcações em bolinhas com incrustração em “V” na décima segunda casa. O braço era extremamente confortável em termos de pegada.
Os captadores consistem: Dean DMT Vinnie Moore signature (ponte), DiMarzio noiselees single (meio) e DiMarzio Fast Track1 (braço).
Ponte Floyd Rose e tarraxas Grover douradas.


Dean Vinnie Moore signature model prototype
Guitarra reserva com acabamento branco. Corpo em alder e braço de maple com escala de rosewood indiano. 22 trastes, marcadores de bolinhas, incrustração “V” na décima segunda casa. Os captadores são: Deam DMT Vinnie signature (ponte) e DiMarzio PAF PRO(braço). Ponte Floyd Rose e tarraxas Grover cromadas.

A tarraxa desta que quebrou!


Guitarras no backstage
Sylvia!

Sylvia Dantonio, roadie de Vinnie

Monitor

House of Sound - Monitor

Efeitos
No loop do amplificador Vinnie utiliza dois delays: MXR Carbon Copy Delay e BOSS DD3 Digital Delay. Um deles é ajustado para tempo curto para dar mais consistência ao timbre e o outro é regulado para proporcionar mais profundidade e ambiência.
No input do amp, ele utiliza: Xotic Effects BB Pre-amp/Overdrive, Jim Dunlop Crybaby e BOSS TU-2 afinador.
O pedal BB apenas “empurra” a distorção obtida no canal sujo do amp, principalmente nos solos. Nos sons limpos Vinnie utiliza muito o botão de volume da guitarra.

Pedais no palco


Amplificadores
Vinnie é patrocinado pela ENGL, mas para essa tour alugou 2 cabeçotes Marshall JCM2000 e 4 caixas Marshall 4 x 12".

Marshall on stage!
Cordas e palhetas
Encordoamento DADDARIO .010, afinação meio tom abaixo.
Palhetas Jim Dunlop .88 mm personalizadas.


Rock Bottom! - foto Henry

Love To Love! - foto: Henry


Galera no Carioca Club - foto: João Miguel


Showzaço! opppssss, cadê o Phil Moog??? - foto: João Miguel

Agradecimentos especiais: galera da AWO (Fernando, Milton & filha, Chico, Rodrigo), Sylvia, João Miguel, galera do camarote e Miwa (fotos e pela companhia).

16/05/2010

Ronnie James Dio RIP my friend


Ronnie James Dio, RIP my friend!
Estamos todos tristes e agora você está tocando com Randy Rhoads, Jimi Hendrix e muitos outros.

06/05/2010

Disseminação da música na internet

Essa matéria é especial para a minha amiga Jane, atendendo ao pedido dela...
Já a publiquei uma vez na revista Rock Brigade, numa versão resumida (editada a contragosto!)...então segue esta versão estendida e sem edição.

Não faz muito tempo que as pessoas compravam fita cassete para gravar os discos de vinil. Ou será que “realmente” faz muito tempo que as pessoas gravavam os discos de vinil em fita cassete?


De qualquer forma, as coisas mudaram muito e nem mesmo Tomas Edison – inventor do fonógrafo, imaginaria o que anda fazendo a tecnologia nos dias atuais.
Mas a fita cassete era legal. Era o dispositivo portátil e bastante compacto para escutar músicas. Caso a gravação tivesse sido bem feita, a qualidade de timbre da fita gravada poderia ser até melhor que a fonte original...acreditem...
E nem se falava em pirataria – “pirata ou bootleg”, eram os discos de vinil que continham registros de gravações ao vivo ou sessões de músicas consideradas não comerciais.
E para quem não sabe, no início da década de 80, os computadores de época utilizavam um gravador e fita cassete para armazenamento de dados – em virtude do alto preço das unidades de drive (disquetes).
Tanto para áudio como para o computador, a fita não era confiável. Suscetível a danos, arranhões, perda da cobertura, uso indevido, fatores externos e lentidão no acesso aos dados.
E já que falamos de computadores, uma década atrás, em 1971, a Intel lançava o primeiro microprocesssador – que posteriormente seria utilizado nos primeiros modelos de computador de uso pessoal.
Atualmente, associar fita cassete com computador é uma probabilidade pensável quando imaginamos uma pessoa querendo “digitalizar” um som gravado de uma fita cassete num programa de computador. Ou para recuperar a gravação criando um arquivo digital, ou para posteriormente divulgá-lo na internet. E falando em música na internet, chegamos aos dias atuais. Dias de cybertecnologia e cybercultura.

Foi um desses que comecei a gravar as primeiras fitas de discos de vinil (Alice Cooper, Deep Purple, Grand Funk e Mountain)...e foi num desses que eu usava para tirar músicas de "ouvido"...nem precisa dizer que detonei vários gravadores assim...

Sexo x MP3
Até um bom tempo atrás, a palavra mais digitada nos sites de busca era “sexo”. Hoje em dia, o termo “MP3” é um dos mais digitados, superando “sexo”. Isso mostra o poder da disseminação da música na internet.
O MP3 é um tipo de arquivo que compacta e comprime o áudio, sem perda de dados perceptíveis ao nosso senso auditivo. O termo MP3 é uma abreviatura de MPEG Audio Layer-3. Na verdade, anteriormente ao MP3, músicas ou áudio eram armazenados no computador em outro formato: o WAV. Mas necessitavam de muito espaço no disco rígido do computador. Com o surgimento do MP3 e conseqüentemente, maior possibilidade de compactação de dados. O MP3 proporcionou maior eficiência em relação ao espaço em disco. Com relação a possível perda de qualidade sonora, os arquivos de MP3 otimizam as nuances principais do áudio e eliminam as freqüências imperceptíveis ao ouvido humano.
Para se ter uma idéia: um minuto codificado em arquivo “WAV” (formato de áudio do CD), corresponde a aproximadamente 10 a 11MB. Esse mesmo minuto convertido em MP3, corresponde a 1 MB numa proporção de 10:1 ou 11:1. Ou seja, é possível armazenar a discografia completa de muitas bandas num único CD.
Em termos de qualidade sonora e num contexto geral – a compactação dos arquivos não interfere tanto no resultado final. Mas é possível notar diferenças, principalmente numa audição com equipamento profissional. No que diz respeito ao entretenimento, o MP3 causou uma revolução na internet e no cotidiano da cena musical. Atualmente, integrantes de bandas trocam demos em MP3 e tudo via banda larga na internet.
A possibilidade de conversão de arquivos musicais em formatos menores desencadeou o aparecimento dos “players” de MP3 – programas de execução de MP3 no microcomputador. Alguns programas bastante conhecidos: Winamp, MusicMatch Jukebox, Apollo e Cool Player.
Basta “baixar” (conhecido tecnicamente como download) o programa na internet. E para conversão de arquivos, a internet oferece uma grande quantidade de opções, procure por programas de encoders, decoders, codec e etc.
Já num contexto mais atual, para gravar MP3, basta colocar o CD de áudio no computador (unidade de disco) e utilizar um programa “ripper”, daí o termo “rippar um CD”. O programa passa os dados digitais da canção num diretório provisório para finalmente convertê-los em MP3. Muito fácil e rápido.
Se o computador estiver dotado de hardware de última geração, a operação dura menos que dois minutos.
Cuidado para não clicar no botâo acima, é apenas uma foto...ahahahahahaha!!!!

Troca-Troca
Com o advento crescente do MP3, um americano chamado Shawn Fanning desenvolveu um programa que permitia o compartilhamento de arquivos de MP3 pela internet: o Napster.
Além de ser uma excelente ferramenta de busca de arquivos musicais, o programa era engenhoso. Uma vez que não armazenava nada. O Napster possuía um índice de músicas e a troca digital de arquivos era feita dos próprios computadores dos usuários. Quanto maior a quantidade de usuários, maior o acervo de músicas. Engenhoso software, mas as gravadoras não gostaram.
Na época, com o ódio das gravadoras e pelos processos judiciais movidos por artistas como Lars Ulrich (Metallica) e alguns rappers americanos, o Napster perdeu. Mas o futuro estava delineado.
O Napster gratuito pode não ter funcionado mas o pontapé inicial estava dado. Guardadas as devidas proporções, é provável que algumas pessoas tenham a mesma idéia numa mesma época e que executem essa idéia simultaneamente, ou em pequenos intervalos de tempo – para menos ou para mais. É uma teoria válida que podemos sempre aplicar no mundo musical. Outros programas de compartilhamento surgiram e os softwares atuais mais conhecidos de compartilhamento música digital: eMule, Kazaa, Morpheus e Azureus.
Com o surgimento do iTunes – reprodutor de áudio implementado pela Apple Computer, para reproduzir, organizar e distribuir músicas digitais, a “música de bolso” deslanchou no mundo.

Ixi, essa foto resume bem a concepção de música portátil ou música móvel...é quase um décimo primeiro mandamento!

Música Portátil ou Música Móvel
O que diria Akio Morita? Para quem não sabe...esse japonês, mais dois outros funcionários da Sony criaram o walkman. A princípio, era apenas um capricho: escutar música enquanto trabalhava ou movimentava o corpo. Ou seja, inserir uma fita cassete num módulo tocador, colocá-lo no bolso ou no cinto e poder se movimentar. E eles criaram o conceito de “música portátil” que revolucionou o mundo e fez a cabeça e a “audição” de muita gente. E não poderia ser diferente com o MP3.




Walkman desenvolvido por Akio Morita e engenheiros da Sony...Eu tive um desses...era enorme
para os dias de hoje. Porém na época...era minúsculo...Quebrava um galhão (eita gíria das antigas...) qdo ia pra faculdade de ônibus...

Akio Morita - 1921-1999 - eterno presidente da Sony
O primeiro tocador de MP3 estava no cérebro de Tony Fadell. Ele foi contratado pela Apple em 2001, para desenvolver e chefiar o projeto. E apesar do desdém inicial da empresa, Tony conseguiu lançar o player de MP3 com sucesso. Nem mesmo o choque da tragédia do 11 de setembro (no mesmo ano), minimizou o êxito do lançamento do iPOD, que se tornou um ícone cultural.


Uma curiosidade: A Apple Computers nos primórdios não podia por razões contratuais e contingências judiciais, incorporar nenhum tipo de tecnologia musical em seus produtos. Isso mesmo, os computadores eram produzidos sem som! Tudo isso motivado por uma disputa judicial com a gravadora dos Beatles, a Apple records. Posteriormente, resolvida essa pendência judicial, a Apple e o iPOD se consagram com grandes vendagens e reconhecimento público.
O funcionamento dos players é muito simples. São aparelhinhos portáteis – os mais miudinhos cabem em qualquer bolso. Basta ter um computador, um programa de conversão para MP3 ou “baixar” músicas de MP3 pela internet e através de um simples cabo, fazemos a transmissão das músicas no aparelho.
O usuário deve levar em consideração a quantidade de espaço digital do aparelho. Quanto mais espaço, maior autonomia de armazenamento de músicas. Plugue um fone de ouvido, aperte a tecla “play” e curta o som
Os players mais sofisticados oferecem reprodutor de músicas, gravador digital, rádio, câmera digital, armazenamento de fotos digitais, agenda, edição sonora, relógio, calendário e acesso a Internet. Muitos músicos já utilizam os MP3 players para workshops, pré-produção, estudo, demo, divulgação e até gravação. Gerações de iPODS já foram lançados e se tornaram uma febre ao redor do mundo. Outros aparelhos genéricos estão disponíveis no mercado e a indústria de eletrônicos já produz sistemas de som compatíveis com o formato MP3.
Por enquanto, o celular é o aparelho mais cotado para se tornar um “cyber-multi-coisas-pessoais”, com direito a alta tecnologia de multi-bits, Bluetooth e etc.
As gravadoras sempre torceram o nariz com as facilidades da cybercultura.
A cybertecnologia possibilitou inúmeras vantagens para as bandas e artistas. Basta apenas um computador, bons softwares e a internet para produzir, gravar, divulgar músicas e conquistar usuários.
Quando artistas renomados, como David Bowie colocam a disposição na rede, um trabalho completo para download, mesmo estando vinculado a uma grande gravadora, é o início de uma nova era no mercado do business fonográfico.
Para quem não sabe, a Internet é um descobridor de talentos nesse conturbado mundo dos negócios. O americano Michael Robertson é o fundador do site www.mp3.com, um endereço de internet que listava vários artistas desconhecidos na época. Atualmente, são quase 40 mil links de artistas e selos com visitação 250 mil clicks diários. Robertson foi eleito recentemente, uma das 100 personalidades mais significativas do mercado musical. E o site de Robertson não conclama a pirataria, nem se faz de rogada – uma vez que repassa ao músico 50% do faturamento em forma de direito autoral.
No “cyberbusiness”, quanto mais se pensam nos processos técnicos para impedir ou dificultar acessos, mais técnicas de obstrução são desenvolvidas – uma batalha sem fim. As gravadoras já discutem os custos de produção, os músicos terão que questionar os royalties e o usuário já se acostumou e quer mais facilidades. Não somente na industria fonográfica, mas no cinema, em breve, as técnicas de compactação mudarão os rumos da arte, tanto na linguagem, no conceito e no principalmente no business. Hollywood que se cuide, porque isso vale também para as imagens, não somente para o som. Talvez em breve, CDs, DVDs, lojas de CDs, direito autoral e etc, será coisa de museu ou tema de filme do passado. Será???


...e tem gente que acha isso enorme...

04/05/2010

novo velho Blog, agora em inglês...


Galera, o meu outro blog mudou...
Realmente não tinha muito sentido manter 2 blogs, mesmo que com conteúdos distintos...
Depois que montei meu Facebook, muita gente de fora do Brasil reclama que eu deveria escrever um blog em inglês...
Pois é...e as ferramentas de tradução disponíveis na net não são eficientes, nem proporcionam uma tradução similar ao original. Sendo assim, apenas transformei o "outro" blog. Porém, nem tudo que coloco aqui será traduzido, por motivos óbvios...
A princípio, estarei postando artigos e textos que considero como os mais legais deste blog para o "outro". E intercalando com textos mais atuais.
Para tal, meu tempo que já é escasso vai ficar mínimo. Quem me dá uma "baita" ajuda nesse sentido, é minha irmã Susi, que é uma baita tradutora e professora de inglês...
O link do blog:
Bom, os textos técnicos seguem um padrão fiel ao original, qto as piadinhas...não se preocupem pq não adaptarei o humor sarcástico brasuca em piadinha de americano...

03/05/2010

Malagoli/Sound 2010

Veja no blog da Malagoli/Sound, empresa que me patrocina e produz meus captadores signature - depoimento meu sobre a parceria!
http://captadorescombr.blogspot.com/

Estarei lá esta semana para ver as novidades e "tramar" coisas para 2010.

Aproveitando o post...não deixem tbém de conferir o MySpace da banda The Maxine.
Minha amiga Hagape Cacau (tocamos juntos um breve período) é a baixista da banda. Na batera, o Caju e na guitarra e vocais, a Monica Agena (guitarrista do Natiruts)

http://www.myspace.com/moxine

20/04/2010

cotidiano recente

Esses dias, a baixinha caçula aqui de casa deu uma trabalheira danada...Fez uma cirurgia para retirada de uma "verruga" medonha na parte posterior da pata traseira...
Alguns pontos e um curativo sobre o local seriam suficientes, mas é uma gata (ISSSSSOOOOO, os felinos são vorazes...ao contrários dos cães que desistem e se tornam resignados....os gatos nunca desistem...qquer brecha...é o suficiente P/REAGIREM).
Então, voltei 4 vezes no hospital para refazer o curativo...aliás, curativo que se tornou uma indumentéria "no-fashion" similar as utilizadas pelas múmias egipcias...
Olha a Tina ai embaixo...na foto...no pós operatório...em plena recuperação...agora, no aconchego do lar.
Tomei a vacina da gripe. Na verdade, eu não estaria "enquadrado" em nenhuma das faixas ou categorias (por critério de idade)...Ou seja, eu sou da faixa que o governo define como não prioritário e logicamente...deixado de fora do cronograma da campanha de vacinação...
Estranho, e por mais que me expliquem...nenhuma explicação convence...
É evidente que a quantidade produzida é insuficiente dentro da projeção aritmética que o governo estima em termos de abrangência com ampla margem. Ridícula a explanação de que os índices de contaminação na referida faixa de idade dos não prioritários foi baixa...
Bom, eu poderia ter tentado a vacina no posto de saúde, alegando ser do grupo de pessoas com doenças crônicas (diabetes, hipertensão, insuficiência hepa-renal-cardio-respiratória ou alegar obesidade...o que visualmente não sou...)...
Ou poderia apresentar minha carteira de músico como identificação, o ano de nascimento está errado ( só descobri tempos depois...sugere que tenho 29 anos...).
Mas não fiz nada disso...simplesmente fui num laboratório médico e paguei para ser vacinado.
São 85 reais para uma vacina tríplice(H1N1, H2N2 e Influenza). Não peguei fila, não precisei comprovar nada...Não precisa agendar, só chegar dentro dos horários e aguardar. Vai a dica para os não prioritários, ou para quem perdeu os prazos...
Lembrando que no posto de saúde, a vacina é de graça, mas é a dose referente somente a gripe H1N1. A que tomei é reforçada e previne tbém contra a gripe comum...
Para quem quer ir no laboratório e pagar:

Minha rua está toda esburacada...obras da cia de gás e sabesp...alegaram que estão tentando descobrir um vazamento de gás para consertarem...Em algumas ruas paralelas, proibiram de acender o gás depois das 10 da noite...terror total...

06/04/2010

Cover Guitarra #179


Olha a Cover Guitarra edição #179...saindo da gráfica, quase nas bancas e disponível para os assinantes digitais no site:
www.canaldomusico.com.br/release02/guitarra/capa-guitarra/page-2
Matéria de capa com o amigo Matheus Starling - Caminhos e Conceito de Acordes
Matéria sobre Home Estudio e muito material de estudo para todos os gostos...
Transcrições, as colunas dos colaboradores e nesta edição tem os testes que fiz dos seguintes equipamentos:
- amp Meteoro Nitrous 15 NDR
- guitarra Shelter SG SX Standard
- pedais da White Green Custom FX: Full Drive, Tone Drive e Distortion Tone.
E tem também a minha costumeira coluna de dúvidas...

Em tempo ainda para retificar:
Postei no Twitter e no Facebook, uma mensagem agradecendo a todos que prestigiaram meu trabalho na referida publicação. No momento que fui informado do meu desligamento involuntário, postei as mensagens...que agora, peço que desconsiderem...
Não sei se foi um "mal entendido bem interpretado" ou se "interpretei bem algo muito desentendido". Pois então...em pouco menos de 24 horas, fui pseudo dispensado da revista e depois pseudo readmitido de volta!!! Ou seja, ainda não consegui entender o que "pseudo aconteceu"??? Nunca fui demitido de nada...sempre fiz minhas escolhas profissionais e pretendo continuar assim. Vou atribuir esse fato a uma falha de comunicação (ironia por sinal...tratando se de um veículo de comunicação). Mas me prometi que isso não será "Déjà vu". Aliás, carpe diem...
Sempre atuei como colunista em caráter free lancer no meio editorial musical. Não sou fixo na revista. Sou apenas colunista responsável pelos testes, pela coluna de dúvidas e eventualmente colaboro com o editorial. São generosas duas décadas de experiência no ramo. Sem ser insolente, SEI a diferença do "antes e depois" - após meu ingresso na referida publicação. Motivo pela qual, a sensação de estranhamento inicial culminou nas mensagens postadas.
Conspirações, mal entendidos e improbabilidades a parte -novamente, agradeço a todos que prestigiam meu trabalho. E quando tiverem críticas, me escrevam porque me ajudam enormemente a melhorar...

Literalmente...In my Dreams

Dokken - House of the Blues 2009 com a formação original:
Don Dokken- vocals
George Lynch - guitar
Jeff Pilson - bass & backing vocals
Mick Brown - drums & backing vocals

Alguns filmes...comentários...

Oi galera, tava devendo comentários de filmes que assisti...como são muitos - escolhi alguns e aos poucos vou postando...



Assim como Crepúsculo, Lua Nova é apenas um filme romântico para adolescentes.

Será? Pois é, nem tanto...Eu pensava assim, mesmo depois de assistí-lo pela primeira vez...mas a ficha caiu depois...quando assisti de novo...
É o tipo de filme híbrido...tem um ingrediente principal (romance), mas que combina também ação, suspense, ficcionismo, efeitos especiais, humor fácil, boa fotografia e...concebidos em trilogia. A receita do sucesso comercial perfeita.
Os dois filmes são entretenimento apenas...Vampiros e lobisomens estão em voga. Nestas duas películas, a abordagem é sutil e não provopca arrepios...Anjos da Noite, por exemplo é mais surreal e obscuro...Já Lobisomen 2009, com Benicio Del Toro é uma releitura legal, apesar de lenta e enfadonha em muitos momentos...
Mas Crepúsculo e Lua Nova são legais num contexto geral. Apesar de direcionado para teens e aborrescentes , agradam a todas as idades pq a narrativa é milimetricamente dinâmica.


Avatar...assisti em 3D no cinema e provavelmente assistiria de novo quantas vezes pudesse...Achei muito bom. Também é um híbrido, porém...guardadas as devidas proporções.
Neste caso...o mérito é a idéia, a criação...mas o que impressiona é a quantidade de sutilezas e minúcias em cada detalhe. Esse tipo de filme deve ser como o processo de mixagem de um CD...a gente não termina...simplesmente abandona...James Cameron deve ter feito isso...
Em termos de tecnologia, idem...A cada "take" concluido, a tecnologia já estava alguns centrímentros a frente. Tem coisas que nunca saberemos (caso eles não resolvam contar...) Mas imagino quantas vezes refizeram partes e sequencias antigas - pq estavam atemporais com o
surgimento de novas tecnologias...Injustiça seja feita, a premiação do Oscar assim o fez...


"Sempre ao seu lado" é uma versão hollywoodiana do filme japonês Hachiko. O original é de 1987 com produção simples e modesta. Lóó-oogico que a produção gringa é bem mais sofisticada e conseguiram até mudar alguns aspectos importantes do enredo original. E chamam isso de "adaptação"...errôneamente...
Bom, o filme é triste e a mulherada enche os olhos de lágrimas (...alguns homens idem...nada de mais, apenas um comentário...).
Richard Gere está bem no papel...Muita gente acha que a mulherada escolhe esse filme por causa do cachorro ou da temática...opppssss, engano...é por causa do Gere.
Pois é, só lembro dele em um filme como vilão, "O Chacal" de 1997. Nas outras 100000000000000000000000000000000000000000000 vezes, ele sempre é o galã ou mocinho...Neste aqui, ele passa discreto. Os cães Akita são o destaque.

2012, este filme catástrofe se refere a profecia Maia. Os efeitos são soberbos...muita destruição e caos que deixam os avisados e desavisados quase sem fôlego na frente do telão do cinema (em casa em DVD é chatíssimo, tá ai...a diferença). A narrativa do tempo tem uma dinâmica bastante interessante. Já as estórias paralelas são ruins...principalmente as tramas pessoais...tratadas com um pseudo senso de humor...no melhor estilo piada de americano...que só eles entendem...
Mas o filme cumpre bem a função de entreter a galera. Esquecendo os valores do "american way of life", dá para assistir, comer uma pipoquinha com coca cola e se divertir. Questionamentos depois do filme? Pois é, 2012 está próximo...
Outros filmes que assisti:
Um Sonho Possível, Distrito 9, Preciosa, Amor sem Escalas, Coração Louco, Bastados Inglórios e outros...não tenho muito a comentar...alguns vencedores de Oscar com seus protagonistas...