10/09/2010

Novas palhetas!!!

E aê galera, blz?
Encomendei palhetas personalizadas e elas chegaram.



No Japão, eu usava palhetas Fender 1.0 mm. Eu ganhava sacos de 144 unidades do distribuidor. Nem colocava meu nome. Não tinha muito interesse na época. Passei a usar palhetas da Pick Boy no formato Jazz 1.5 mm. Eram peças pequenas e a inscrição do nome saia com meia dúzia de licks! Essas Fenders "rosa"...apesar da cor...são ótimas quando voce deixa cair no chão...porque você acha fácil...
Outro detalhe...sempre que estou com essas "rosinhas"...as meninas e moças se aproximam querendo uma...


Essas verdinhas foram feitas pelo Carlão e Marcio, na época o Museu das Palhetas. Ficaram bem legais. Carlão continua no Museu e o Marcio criou o Palhetas Online. Ambos continuam a fazer palhetas personalizadas. O trabalho deles é muito bom, recomendo!
Bom, essa é uma palheta Dunlop serie Gator Grip 1,5mm. Eu tenho também a Gator Grip 1,14mm, as azuis...que também são ótimas.


Essas são as novas palhetas Milke US 1,5mm. São duas versões, a branca e a preta. Em breve terei mais uma cor (ou amarela ou vermelha...). São palhetas muito boas, duráveis e com acabamento fosco. Não escorregam e o visual é bem exótico.



Olha, as Milke US...encomendei uma boa quantidade, mas que acabarão em breve.

Bom, essas caixinhas de plástico são as melhores para acondicionar as palhetas. As Milke estão separadas e as antigas (as poucas que sobraram) foram para a caixinha da coleção.
Um dia, eu mostro minha coleção de palhetas. Tem algumas raras e outras bem diferentes.
Para os interessados, segue os links que referi anteriormente:
http://www.palhetas.com/
http://www.palhetasonline.com/index.html
http://www.milke.us/

27/08/2010

Precision Bass HH777

Oi galera,
Já faz um tempinho que construi esse baixo, mas só agora que tive tempo para as fotos...
Eu sou mais fã de Precision que de Jazz Bass, sempre fui....
Nada contra a nação JB, apenas acho o Precision - a concepção mais simples, direta e funcional de contrabaixo.


Bom, eu fiz esse baixo para gravar...não sou baixista, mas quem sabe...posso até pensar em tocar baixo numa boa banda de hard rock/metal....vou avisando...usarei palheta, mas decorei uns 3 licks com slap...


Corpo de marupá tigrado (pintado...não dá para ver né...aliás...podia ser figurado 5A que eu pintaria do mesmo jeito...odeio instrumento natural...)
Ponte Gotoh, escudo de acrílico, captador Malagoli PB Alnico Hot custom shop, 1 volume, 1 tonalidade, jack, escala de jacarandá (ganhei do Eugênio Follmann), marcadores de abalone e braço de maple.
Esse captador é muito bom, tem um timbre fantástico.
Com o potenciômetro de tonalidade fechado...vêm um médio/grave bem legal para tocar Grand Funk, Geezer Butler e Jack Bruce nos primórdios...com a tonalidade aberta (agudos)...versatilidade e punch pára slaps e linhas mais cristalinas...
Tenho um outro baixo Fender, o Urge que tem 2 JB da Seymour Duncan e esse mesmo captador entre os citados...e olha...esse PB da Malagoli soa tão bem que os Seymours...recomendo hein!

Tarraxas Gotoh...logotipo spaguetti...

Vista geral do Precision...será que eu troco o escudo para tortoise??? Meu sócio e amigo Benedetti concorda comigo...mas a maioria da galera da escola prefere esse original...
E vcs??? o que acham???

Pois é, um dia eu posto aqui...uma construção no estilo passo-a-passo...eu sei, eu sei...como luthier tenho até obrigação de fazer isso...mas...eu não tenho paci~^~^encia para isso...acho massante (ou maçante???)...mas quem sabe um dia...

13/08/2010

Natasha Wood

Oi galera,
Vou postar aqui uma entrevista que fiz com minha amiga Natasha Wood! Esta matéria faz parte da edição 181 da revista Cover Guitarra – da qual sou responsável pelos testes de equipamentos. A referida edição estará totalmente reformulada em termos de layout, diagramação, conteúdo e direcionamento editorial.
Bom, vou reproduzir na íntegra a matéria que será publicada:

Nesta nova coluna, conversaremos com diversos (as) guitarristas de todas as partes do planeta. Aproveitamos o “boom” da internet e das redes sociais para interceptar e descobrir velhos e novos talentos, utilizando apenas um critério simples, a paixão pela música. Não discriminamos estilo, nem nacionalidade, podem participar profissionais, amadores ou amantes das cordas, que tenham seu trabalho divulgado na rede.
Nesta coluna de “inauguração” que tenho o privilégio de dar o “pontapé inicial”, conversei com uma guitarrista que descobri através do site MySpace. Ela é Natasha Wood, que apesar de americana é brasileiríssima de coração!
Ela é guitarrista, pianista, cantora e compositora. Nasceu de uma família de músicos e desde cedo nutre uma verdadeira paixão pela música brasileira.
Natasha formou a banda Fala Bashu, juntamente com o baixista Matt Gordon e baterista David Gardner. A banda lançou seu primeiro álbum, "Drifting into Unconsciousness”, em 2008. Conversei com Natasha, que contou um pouco de sua paixão pela nossa música e falou também de detalhes sobre sua carreira musical.

Entrevista:
No seu perfil do MySpace, você cita ascendência materna brasileira. Como a música do Brasil e a bossa nova se tornaram grandes influências para você? Quais discos ou artistas você costumava escutar?
Desde criança escutei samba e bossa nova porque a minha mãe e meus avôs sempre tocavam os discos de Antônio Carlos Jobim, Elis Regina, Gal Costa, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Maria Bethânia e outros. De vez em quando, até um forrozinho tocava dentro de casa. Eventualmente comecei a ouvir outros artistas como Marisa Monte, Djavan, Caetano Veloso, Banda Black Rio, Olodum, e instrumentistas como Baden Powell, Romero Lubambo e César Camargo Mariano. Também assisti shows de artistas locais brasileiros como: Kátia Moraes e Sambaguru. A lista é muito grande.

De onde você tira a inspiração para os seus temas? Você compõe mais na guitarra ou no piano?
Geralmente componho canções sobre amizades, pessoas que são interessantes na minha vida, lugares por onde tenho viajado e os meus animais – sou doutora em medicina veterinária! Nos últimos anos componho na guitarra, mas como originalmente sou pianista, estou tentando voltar ao piano e experimentar outros estilos de música. O piano oferece um mundo de possibilidades diferentes para um compositor. Também estou compondo mais em português, apesar de ser um pouco difícil para mim. É sempre mais fácil compor na língua nativa.




Seu trabalho musical tem muitas influências de jazz, como você trabalha os improvisos? Gosta de fraseados lineares ou raciocina de maneira vertical, valorizando os acordes?
Para mim, a melodia é super importante. Por isso quando improviso, sempre tenho a melodia e a progressão de acordes na cabeça. Procuro improvisar ao redor dessas coisas. Mas estou tentando incorporar uma forma mais vertical. De vez em quando saio do encadeamento e trabalho outras modulações – afinal de contas, um pouco de dissonância pode ser uma coisa boa.

Você tem acompanhado o cenário atual da música brasileira? Algum artista em especial tem merecido a sua atenção?
Devo admitir que adoro os artistas do passado, mas alguns dos meus favoritos são mais contemporâneos: Marisa Monte, Maria Rita, Daniela Mercury, Chico César, Djavan e as legendas musicais que ainda estão na ativa, entre eles: Gal Costa e Caetano Veloso.

Quais os músicos que costumam trabalhar com você?
Geralmente toco com músicos de Los Angeles que possuem uma diversa experiência musical – desde estilos como o jazz afro-cubano, folk-rock americano até música carnática indiana. Minha aventura mais recente me levou às ilhas Cook, onde tive o prazer de colaborar com o vocalista/guitarrista Tok Haurua. Também estou tocando com meus primos, que são músicos de jazz maravilhosos. O meu tio, John Wood, é pianista profissional de jazz Eu me inspiro muito nele. Sinto-me afortunada por ter a oportunidade de tocar e cantar com artistas talentosos. Esse intercâmbio de estilos é importante para minha música. Cada vez que tocamos juntos é uma nova aventura. Sempre estamos aprendendo uns com os outros.



Qual o seu equipamento (guitarras, violões, pedais de efeitos, amplificadores e cordas) para shows e gravações?
Minha guitarra é uma semi acústica DeArmond X-155. O violão de aço é um Martin Shenandoah – que foi um presente do meu avô Randy Wood - produtor musical e fundador da companhia Dot Records. Tenho um violão de cordas de náilon Yamaha CG-100SA, que foi meu primeiro instrumento. Uso cordas D’Addario, teclados Yamaha S90ES, amplificadores Roland, Fender, Danelectro e microfones Shure.

Para finalizar, quais são seus planos musicais e quando você tocará no Brasil?
Espero me envolver mais com a cena de música brasileira em Los Angeles. Recentemente comecei a tocar com uma nova banda e espero poder divulgá-la o máximo possível. Gostaria de incorporar mais influências de outros artistas e culturas. Estou compondo novas canções e em breve gravarei outro CD. Sinceramente, conciliar a música e medicina veterinária é um desafio – requer muita dedicação para ter êxito em ambas carreiras.
Nunca pensei em ser uma musicista famosa, especialmente hoje em dia, onde o universo musical é tão efêmero. Mas uma coisa legal da música é que todo esforço é recompensado, é uma evolução natural. E quem sabe se algum dia, inesperadamente, a oportunidade bate na sua porta! Sobre tocar no Brasil, espero que possa fazê-lo em breve! Faz alguns anos que estive pelo país e acho que está chegando a hora de fazer outra jornada. E desta vez, levarei o meu violão!


Fotos: Brandon Peters

04/08/2010

HH777 opiniões


Olha só, mais opiniões sobre o HH777:

essa é do blog do Andre Lorenz:
http://andrelorenz.wordpress.com/2010/08/01/review-captador-malagoli-hh777-henry-ho-signature/

essa é do blog Zona do Humbucker, bem legal...por sinal...
http://zonadohumbucker.blogspot.com/search?updated-min=2007-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2008-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=8

se tiverem um tempo, vale a leitura...

pra quem tem Facebook, um vídeo meu gravado pelo Maurizio...testando a guitarra dele com 2 x HH777. Não estranhem...os referidos caps estavam com uma capa cromada preta sem os pólos aparentes...gambiarra do próprio Maurizio...que aliás...ficou muito bom!
http://www.facebook.com/#!/video/video.php?v=139590506071324&ref=mf

16/07/2010

HH777 - the "pink" Attack!

poutzzzzz........olha issoooooo!!!!!!!!!!!!

Olha só...acabou de chegar a versão "pink" do meu captador signature, o HH777.
Pois é...bem legal! Muitos acharão "ducarai" e outros nem tanto...
Esse da foto é o Realbucker para braço, mas tem tbém o Hellbucker para ponte.
Tirei "as pressas" com o celular...minha câmera estava carregando...depois colocarei fotos mais decentes...
Essa cor já está disponível e os caps podem ser adquiridos no site:
Ainda não decidi em qual guitarra vou colocar essa dupla de "pinks". Acho que combina com guitarra preta. Essa combinação me lembrou as Ibanez Roadstar II modelo Allan Holdswoth...eram pretas com caps DiMarzio rosa(s)!
Agradecimentos a Malagoli, meus parceiros de longa data que se empenham 1000% quaisquer que sejam as circunstâncias...
Essa versão pink é comemorativa de 5 anos de existência do(s) HH777(s)...
e aproveitando...posto aqui um teste que saiu na Guitar Player de junho de 2007.
Foi o teste feito pelo meu brother Jaques Molina sobre o Hellbucker e Realbucker.



E não deixem de bisbilhotar o blog da Malagoli:
http://captadorescombr.blogspot.com/
E recentemente, tbém na GP saiu a matéria com meu amigo Milton Medusa...citando o HH777 tbém...só clicar na imagem para ler a matéria.


E tem um vídeo meu bem "ruizin" no You Tube...com o Hellbucker:

07/07/2010

Cadê Ronaldinho na Copa do Mundo?


Oi galera,
Me pediram pra falar de futebol, de copa do mundo...sei lá mêo???
Eu gosto de futebol, sempre gostei. Mas sei não...
Essa copa do mundo está muito sem sal. Muito corre corre, futebol feio, ausência total de técnica, muitos jogadores detonados e cadê o Ronaldinho???
Essa coisa de parar o país por causa dos jogos da seleção, poutzzz...Nada a ver nos dias atuais. É mais fácil neguinho ficar indignado em encontrar loja fechada no shopping no domingão.
Agora copa do mundo é justificativa, muito mais que domingo pra católico que tbém gosta de futebol...vai entender?
Bom, as seleções do continente foram um fiasco. Somente a seleção de Gana teve "gana" pra chegar nas quartas de final. O penalti perdido nos descontos do segundo tempo (jogo das quartas com o Uruguai) foi a cena mais dantesca da copa! A cara do jogador depois que perdeu esse penalti foi a segunda cena mais dantesca da copa!
Os "bafana bafana" outro fiasco. A única coisa que eu gostei foi do som desse têrmo: bafana bafana - significa boys e quando repete, é plural: boys boys...
No quesito futebol, os "bafana boys" ainda tem que comer muito arroz e feijão...e o Parreira protagonizou a cena mais constrangedora da copa (o não aperto de mão com o técnico francês...).
Itália e França? viiiixxxeeee!!!!!!!logro total...power failure!
Argentina: olha, Maradona tava uma figura. Ele ainda tem muito que ralar como técnico de futebol. Como jogador era fenomenal! Mas eu acho que ele foi bem razoável. E muito coerente nas coletivas de imprensa. Já o Messi & Cia não estavam jogando uma bola redonda...nem na África, nem aqui, nem na PQP.... Faltou o Veron jogando todos os jogos, Aguero e Milito idem. Mas tomar de 4 da Alemanha foi antológico! Brasileiros comemoraram mais que alemães!
Uruguai mandou bem! Lugano que é sócia do Jude Law fechou a área, Suarez com a mão de Deus (protagonizou a melhor defesa da copa...sem ser goleiro) e o Diego Forlan que jogou um bolão...pra mim...um dos melhores da copa.
Holanda, Espanha e Alemanha...eu acho que quem merece é a Alemanha - conseguiu renovar o time, mudou o estilo de jogar em relação a temporadas anteriores e evoluiu durante a competição. Já holandeses e espanhóis...dá licença...eita futebolzinho feio porém sortudo.
Japão surpreendeu pra caramba. EUA também e Paraguai deveria ter levado "a" Riquelme (entenderam? ).
Inglaterra? capengaram de novo amaldiçoados no lance de 1966...poutzzz, é só inverter o 9 e ficaria 1666...isso...666...
Brasil? sobre o Dunga...pelo menos "peitou" a Globo e vuvuzelou bons palavrões nas coletivas de imprensa...vocabulários ofensivos direcionados e intencionais. Foi hilário.
Tecnicamente, ele foi mals.
Sobre o time: bastava levar a defesa do São Paulo FC com Rogério Ceni, o Hernandes e o ataque do Santos FC. Botava o Ronaldinho no banco pra entrar sempre no segundo tempo no lugar do Ganso...e nem teria levado o Kaká. Esse time que foi pra copa...não tem nem condições de disputar tipo um campeonato brasileiro e até mesmo um paulistão.
Mas convenhamos, a Copa do Mundo é um grande negócio. Conspirações, boatarias e teorias a parte...tem muita coisa rolando nesse backstage futebolístico.
Bom, falei, falei, falei...e pra mim, Copa do Mundo não tem mais a magia de antes. Assisti menino a Copa de 1970, vibrei com cada gol, cada drible e cada lance de futebol arte. Foi assim tbém em 74, 78, 82, 86, 90, 94 e a partir daí...só valeu a 2002 pq o Brasil foi penta.
Mick Jagger? Pé frio?
Bom, o cara é trilhonário, tem mais de 60 anos mas parece estar melhor que muitos de 30, come a mulher que quiser, entra onde quer, faz e ganha grana (aliás...muita grana) com o que gosta de fazer. Ele é pé frio? Hahahahaha...pé frio é o Galvão Bueno!
Vou assistir os jogos finais e lamentar muito se um país europeu ganhar ( e ganharão mesmo)...Eles estão nessa ...muito por mérito dos sul-americanos que jogam por lá....
Alguém lembra de algum italiano, francês, espanhol, holandês ou alemão que joga aqui, ou na Argentina, no Paraguai ou no Uruguai? Pois é!
Será que um alemão, holandês, inglês, italiano, espanhol...qdo criança já diz: "eu quero ser jogador de futebol"??? Acho que não. Tem criança aqui que diz "eu quero ser deputado estadual? Pois então...
2014 eu volto a escrever sobre a Copa.

01/07/2010

Hard Blast!



galera, saiu uma resenha do show do UFO no website da minha amiga Maila:

http://www.hardblast.com/resenha/resenha-ufo-0610.asp

O texto é totalmente diferente das resenhas que foram publicadas aqui e que serão também publicadas na próxima edição da Cover Guitarra.

www.hardblast.com/index.asp
acesse sempre também o website da Maila, que é bem legal!

23/06/2010

Cover Guitarra 180

Cover Guitarra 180
Essa edição é a derradeira com layout que vocês conhecem. A partir da próxima edição número 181...muita coisa vai mudar em termos de edição gráfica (visual e conteúdo). Meus amigos Andre Martins e André Sampaio assumiram o editorial e a coisa toda deve surpreender a todos os leitores. Nesta edição, matéria de capa bastante oportuna com o genial Jeff Beck com transcrições de licks e riffs feitas pelo Alexandre Bastos.
Na coluna Flash, Steve Vai e sua nova banda. E a continuação do especial Home Studio com Daniel Raizer - matéria bem legal por sinal!
Em termos gerais, a 180 está bem pobre. Faltou um pouco mais de conteúdo, mas as transcrições e as colunas regulares estão presentes.
Quanto aos testes: fiz a análise do amplificador Sound Maker Destructor 210. Era para ter mais 2 testes mas o editorial simplesmente "esqueceu" de colocá-los. Pois é, já era tempo de mudanças mesmo...toda transição está sujeita a coisas do tipo...infelimente...
E não deixe de ler minha coluna OFICINA, onde tiro dúvidas de equipamentos.
Vamos aguardar a próxima edição que provavelmente será mais recheada e mais interessante.

Coluna Oficina edição 180

06/06/2010

Vinnie Moore Workshop

Vinnie Moore - Blackmore Rock Bar - 30/05/2010

Terminada a tour com o UFO, Vinnie Moore voltou para São Paulo para fazer uma clínica de guitarra no Blackmore Rock Bar. Domingo nublado, cheguei ao local antes do horário do workshop (às 18 horas) e já havia uma tímida fila de guitarristas e admiradores. Vinnie chegou pouco antes do horário acompanhado pela produção e pela roadie Sylvia que também fez a tradução das perguntas e respostas.
Vinnie tocou músicas instrumentais de seus discos solos: “Time Odyssey”, “Meltdown” “Out Of Nowhere” e do mais recente álbum: “To The Core”.
Ele usou playbacks das músicas e utilizou o backline do show do UFO: os mesmos amplificadores, pedais e guitarras. Ele explicou detalhes e funções de cada pedal, o ajuste do amp e detalhes das guitarras. Tecnicamente, Vinnie mostrou um vocabulário musical bastante expressivo. Seu fraseado mudou muito desde a época “shredder oitentista”. Ele tocou muitos licks de pentatônica com cromatismos bem colocados, usou palhetada híbrida e usou um Ebow para certas passagens melódicas. Relembrou temas clássicos do começo de sua carreira que abusava das escalas menores harmônicas, arpejos diminutos e frases melancólicas.
Com bom humor, Vinnie respondeu a todas as perguntas. Falou da sensação quando efetivado como guitarrista do UFO – “algo surreal, tornar-se guitarrista de uma banda que costumava admirar e “tirar” os riffs e solos”. Explicou que ficou gripado na primeira tour com o UFO, falou da pressão e a ansiedade que passou. E quando abordado sobre a trilha que fez para o comercial da Pepsi, disse não lembrar mais do antológico solo que fez! Vinnie disse não conhecer muito de música brasileira e depois finalizou o workshop tocando a belíssima “Meltdown”. Depois da clínica, ele autografou CDs e tirou fotos com a maioria dos presentes. Vinnie seguiu depois para o sul do Brasil para uma série de workshops junto com o baterista Aquiles Priester, da banda Hangar.

Vinnie mandando bala com solos inspirados!

Meltdown!

In Control!

Eu e Vinnie!

fotos: Henry Ho, Miwa Sato

03/06/2010

UFO Brazil Tour 2010 - Sâo Paulo 26 de maio de 2010 Carioca Club


A legendária banda inglesa UFO esteve no Brasil pela primeira vez, para série de apresentações. Além de São Paulo, a banda também tocou em Goiânia, Recife e Belo Horizonte. A formação atual da banda inclui três integrantes da line up clássica: Phil Moog nos vocais, Paul Raymond na guitarra base e teclados (entrou em 1977) e Andy Parker na bateria. Na guitarra principal, Vinnie Moore – que entrou para o UFO em 2003. Vinnie surgiu no final dos anos 80, numa época prolífera em guitarristas virtuoses. Ele também tocou na banda de Alice Cooper.
No baixo, o baixista Barry Sparks que substituía Pete Way (da formação clássica), também foi substituído pelo contrabaixista Rob de Luca. Rob tocou com o UFO durante a tour americana de 2008 e atualmente integra também a banda solo do vocalista Sebastian Bach.
O show de São Paulo foi realizado no Carioca Club – aliás, um nome insólito para uma casa de espetáculos em plena capital paulistana!
Horas antes do show a audiência era mista e composta por fãs antigos, trintões e gente nova que curte rock clássico.
Adentrei para o recinto através de uma porta lateral. No dia do show, recebi um telefonema da roadie de Vinnie, minha ex-aluna Sylvia Dantonio, que é luthier e técnica de palco. Uma das guitarras de Vinnie estava com a tarraxa quebrada! Motivo pela qual fui até o local mais cedo para levar as peças de reposição e executar o reparo. Aproveitei para tirar fotos do equipamento, conversar rápido com Vinnie e bisbilhotar o set list.
O show saciou a vontade dos presentes com uma seleção de canções clássicas e performance empolgante da banda. Temas como: Let It Roll, Mother Mary, Out In the Street, This Kids, Cherry, Only You Can Rock Me, Love to Love, Aint No Baby, Too Hot To Handle, Lights Out, Rock Bottom e Doctor Doctor. Duas canções da era moderna foram tocadas:
When Daylights Goes To Town e Hell Driver, que não empolgaram tanto.
O vocalista Phil Moog continua cantando como nos velhos tempos. Paul Raymond mostrou eficiência como guitarrista base, Andy e Rob mostraram uma cozinha irrepreensível. Quanto a Vinnie Moore, a expectativa era muito grande e as comparações com o antecessor Michael Schenker seriam inevitáveis. Mas ele se saiu muito bem. Vinnie manteve a originalidade dos solos de Michael, nas canções onde realmente não poderia modificar. E improvisou e impôs seu fraseado, nos solos de canções onde poderia fazer diferente. Na belíssima Love to Love, ele mesclou ambos os estilos e fez um ótimo trabalho. Em Rock Bottom, muito improviso com direito a arpejos, escalas menores em alta velocidade, fraseados de jazz oitavados e uso abusivo da alavanca. Com relação ao timbre, Vinnie manteve uma sonoridade padrão sem muitas firulas ou efeitos. O backline do guitarrista é simples e básico.

Guitarras
Dean Vinnie Moore signature model

Guitarra principal com acabamento vermelho translúcido. Corpo em Alder com top de maple quilted. Braço de maple com escala de maple, 22 trastes altos, marcações em bolinhas com incrustração em “V” na décima segunda casa. O braço era extremamente confortável em termos de pegada.
Os captadores consistem: Dean DMT Vinnie Moore signature (ponte), DiMarzio noiselees single (meio) e DiMarzio Fast Track1 (braço).
Ponte Floyd Rose e tarraxas Grover douradas.


Dean Vinnie Moore signature model prototype
Guitarra reserva com acabamento branco. Corpo em alder e braço de maple com escala de rosewood indiano. 22 trastes, marcadores de bolinhas, incrustração “V” na décima segunda casa. Os captadores são: Deam DMT Vinnie signature (ponte) e DiMarzio PAF PRO(braço). Ponte Floyd Rose e tarraxas Grover cromadas.

A tarraxa desta que quebrou!


Guitarras no backstage
Sylvia!

Sylvia Dantonio, roadie de Vinnie

Monitor

House of Sound - Monitor

Efeitos
No loop do amplificador Vinnie utiliza dois delays: MXR Carbon Copy Delay e BOSS DD3 Digital Delay. Um deles é ajustado para tempo curto para dar mais consistência ao timbre e o outro é regulado para proporcionar mais profundidade e ambiência.
No input do amp, ele utiliza: Xotic Effects BB Pre-amp/Overdrive, Jim Dunlop Crybaby e BOSS TU-2 afinador.
O pedal BB apenas “empurra” a distorção obtida no canal sujo do amp, principalmente nos solos. Nos sons limpos Vinnie utiliza muito o botão de volume da guitarra.

Pedais no palco


Amplificadores
Vinnie é patrocinado pela ENGL, mas para essa tour alugou 2 cabeçotes Marshall JCM2000 e 4 caixas Marshall 4 x 12".

Marshall on stage!
Cordas e palhetas
Encordoamento DADDARIO .010, afinação meio tom abaixo.
Palhetas Jim Dunlop .88 mm personalizadas.


Rock Bottom! - foto Henry

Love To Love! - foto: Henry


Galera no Carioca Club - foto: João Miguel


Showzaço! opppssss, cadê o Phil Moog??? - foto: João Miguel

Agradecimentos especiais: galera da AWO (Fernando, Milton & filha, Chico, Rodrigo), Sylvia, João Miguel, galera do camarote e Miwa (fotos e pela companhia).

16/05/2010

Ronnie James Dio RIP my friend


Ronnie James Dio, RIP my friend!
Estamos todos tristes e agora você está tocando com Randy Rhoads, Jimi Hendrix e muitos outros.

06/05/2010

Disseminação da música na internet

Essa matéria é especial para a minha amiga Jane, atendendo ao pedido dela...
Já a publiquei uma vez na revista Rock Brigade, numa versão resumida (editada a contragosto!)...então segue esta versão estendida e sem edição.

Não faz muito tempo que as pessoas compravam fita cassete para gravar os discos de vinil. Ou será que “realmente” faz muito tempo que as pessoas gravavam os discos de vinil em fita cassete?


De qualquer forma, as coisas mudaram muito e nem mesmo Tomas Edison – inventor do fonógrafo, imaginaria o que anda fazendo a tecnologia nos dias atuais.
Mas a fita cassete era legal. Era o dispositivo portátil e bastante compacto para escutar músicas. Caso a gravação tivesse sido bem feita, a qualidade de timbre da fita gravada poderia ser até melhor que a fonte original...acreditem...
E nem se falava em pirataria – “pirata ou bootleg”, eram os discos de vinil que continham registros de gravações ao vivo ou sessões de músicas consideradas não comerciais.
E para quem não sabe, no início da década de 80, os computadores de época utilizavam um gravador e fita cassete para armazenamento de dados – em virtude do alto preço das unidades de drive (disquetes).
Tanto para áudio como para o computador, a fita não era confiável. Suscetível a danos, arranhões, perda da cobertura, uso indevido, fatores externos e lentidão no acesso aos dados.
E já que falamos de computadores, uma década atrás, em 1971, a Intel lançava o primeiro microprocesssador – que posteriormente seria utilizado nos primeiros modelos de computador de uso pessoal.
Atualmente, associar fita cassete com computador é uma probabilidade pensável quando imaginamos uma pessoa querendo “digitalizar” um som gravado de uma fita cassete num programa de computador. Ou para recuperar a gravação criando um arquivo digital, ou para posteriormente divulgá-lo na internet. E falando em música na internet, chegamos aos dias atuais. Dias de cybertecnologia e cybercultura.

Foi um desses que comecei a gravar as primeiras fitas de discos de vinil (Alice Cooper, Deep Purple, Grand Funk e Mountain)...e foi num desses que eu usava para tirar músicas de "ouvido"...nem precisa dizer que detonei vários gravadores assim...

Sexo x MP3
Até um bom tempo atrás, a palavra mais digitada nos sites de busca era “sexo”. Hoje em dia, o termo “MP3” é um dos mais digitados, superando “sexo”. Isso mostra o poder da disseminação da música na internet.
O MP3 é um tipo de arquivo que compacta e comprime o áudio, sem perda de dados perceptíveis ao nosso senso auditivo. O termo MP3 é uma abreviatura de MPEG Audio Layer-3. Na verdade, anteriormente ao MP3, músicas ou áudio eram armazenados no computador em outro formato: o WAV. Mas necessitavam de muito espaço no disco rígido do computador. Com o surgimento do MP3 e conseqüentemente, maior possibilidade de compactação de dados. O MP3 proporcionou maior eficiência em relação ao espaço em disco. Com relação a possível perda de qualidade sonora, os arquivos de MP3 otimizam as nuances principais do áudio e eliminam as freqüências imperceptíveis ao ouvido humano.
Para se ter uma idéia: um minuto codificado em arquivo “WAV” (formato de áudio do CD), corresponde a aproximadamente 10 a 11MB. Esse mesmo minuto convertido em MP3, corresponde a 1 MB numa proporção de 10:1 ou 11:1. Ou seja, é possível armazenar a discografia completa de muitas bandas num único CD.
Em termos de qualidade sonora e num contexto geral – a compactação dos arquivos não interfere tanto no resultado final. Mas é possível notar diferenças, principalmente numa audição com equipamento profissional. No que diz respeito ao entretenimento, o MP3 causou uma revolução na internet e no cotidiano da cena musical. Atualmente, integrantes de bandas trocam demos em MP3 e tudo via banda larga na internet.
A possibilidade de conversão de arquivos musicais em formatos menores desencadeou o aparecimento dos “players” de MP3 – programas de execução de MP3 no microcomputador. Alguns programas bastante conhecidos: Winamp, MusicMatch Jukebox, Apollo e Cool Player.
Basta “baixar” (conhecido tecnicamente como download) o programa na internet. E para conversão de arquivos, a internet oferece uma grande quantidade de opções, procure por programas de encoders, decoders, codec e etc.
Já num contexto mais atual, para gravar MP3, basta colocar o CD de áudio no computador (unidade de disco) e utilizar um programa “ripper”, daí o termo “rippar um CD”. O programa passa os dados digitais da canção num diretório provisório para finalmente convertê-los em MP3. Muito fácil e rápido.
Se o computador estiver dotado de hardware de última geração, a operação dura menos que dois minutos.
Cuidado para não clicar no botâo acima, é apenas uma foto...ahahahahahaha!!!!

Troca-Troca
Com o advento crescente do MP3, um americano chamado Shawn Fanning desenvolveu um programa que permitia o compartilhamento de arquivos de MP3 pela internet: o Napster.
Além de ser uma excelente ferramenta de busca de arquivos musicais, o programa era engenhoso. Uma vez que não armazenava nada. O Napster possuía um índice de músicas e a troca digital de arquivos era feita dos próprios computadores dos usuários. Quanto maior a quantidade de usuários, maior o acervo de músicas. Engenhoso software, mas as gravadoras não gostaram.
Na época, com o ódio das gravadoras e pelos processos judiciais movidos por artistas como Lars Ulrich (Metallica) e alguns rappers americanos, o Napster perdeu. Mas o futuro estava delineado.
O Napster gratuito pode não ter funcionado mas o pontapé inicial estava dado. Guardadas as devidas proporções, é provável que algumas pessoas tenham a mesma idéia numa mesma época e que executem essa idéia simultaneamente, ou em pequenos intervalos de tempo – para menos ou para mais. É uma teoria válida que podemos sempre aplicar no mundo musical. Outros programas de compartilhamento surgiram e os softwares atuais mais conhecidos de compartilhamento música digital: eMule, Kazaa, Morpheus e Azureus.
Com o surgimento do iTunes – reprodutor de áudio implementado pela Apple Computer, para reproduzir, organizar e distribuir músicas digitais, a “música de bolso” deslanchou no mundo.

Ixi, essa foto resume bem a concepção de música portátil ou música móvel...é quase um décimo primeiro mandamento!

Música Portátil ou Música Móvel
O que diria Akio Morita? Para quem não sabe...esse japonês, mais dois outros funcionários da Sony criaram o walkman. A princípio, era apenas um capricho: escutar música enquanto trabalhava ou movimentava o corpo. Ou seja, inserir uma fita cassete num módulo tocador, colocá-lo no bolso ou no cinto e poder se movimentar. E eles criaram o conceito de “música portátil” que revolucionou o mundo e fez a cabeça e a “audição” de muita gente. E não poderia ser diferente com o MP3.




Walkman desenvolvido por Akio Morita e engenheiros da Sony...Eu tive um desses...era enorme
para os dias de hoje. Porém na época...era minúsculo...Quebrava um galhão (eita gíria das antigas...) qdo ia pra faculdade de ônibus...

Akio Morita - 1921-1999 - eterno presidente da Sony
O primeiro tocador de MP3 estava no cérebro de Tony Fadell. Ele foi contratado pela Apple em 2001, para desenvolver e chefiar o projeto. E apesar do desdém inicial da empresa, Tony conseguiu lançar o player de MP3 com sucesso. Nem mesmo o choque da tragédia do 11 de setembro (no mesmo ano), minimizou o êxito do lançamento do iPOD, que se tornou um ícone cultural.


Uma curiosidade: A Apple Computers nos primórdios não podia por razões contratuais e contingências judiciais, incorporar nenhum tipo de tecnologia musical em seus produtos. Isso mesmo, os computadores eram produzidos sem som! Tudo isso motivado por uma disputa judicial com a gravadora dos Beatles, a Apple records. Posteriormente, resolvida essa pendência judicial, a Apple e o iPOD se consagram com grandes vendagens e reconhecimento público.
O funcionamento dos players é muito simples. São aparelhinhos portáteis – os mais miudinhos cabem em qualquer bolso. Basta ter um computador, um programa de conversão para MP3 ou “baixar” músicas de MP3 pela internet e através de um simples cabo, fazemos a transmissão das músicas no aparelho.
O usuário deve levar em consideração a quantidade de espaço digital do aparelho. Quanto mais espaço, maior autonomia de armazenamento de músicas. Plugue um fone de ouvido, aperte a tecla “play” e curta o som
Os players mais sofisticados oferecem reprodutor de músicas, gravador digital, rádio, câmera digital, armazenamento de fotos digitais, agenda, edição sonora, relógio, calendário e acesso a Internet. Muitos músicos já utilizam os MP3 players para workshops, pré-produção, estudo, demo, divulgação e até gravação. Gerações de iPODS já foram lançados e se tornaram uma febre ao redor do mundo. Outros aparelhos genéricos estão disponíveis no mercado e a indústria de eletrônicos já produz sistemas de som compatíveis com o formato MP3.
Por enquanto, o celular é o aparelho mais cotado para se tornar um “cyber-multi-coisas-pessoais”, com direito a alta tecnologia de multi-bits, Bluetooth e etc.
As gravadoras sempre torceram o nariz com as facilidades da cybercultura.
A cybertecnologia possibilitou inúmeras vantagens para as bandas e artistas. Basta apenas um computador, bons softwares e a internet para produzir, gravar, divulgar músicas e conquistar usuários.
Quando artistas renomados, como David Bowie colocam a disposição na rede, um trabalho completo para download, mesmo estando vinculado a uma grande gravadora, é o início de uma nova era no mercado do business fonográfico.
Para quem não sabe, a Internet é um descobridor de talentos nesse conturbado mundo dos negócios. O americano Michael Robertson é o fundador do site www.mp3.com, um endereço de internet que listava vários artistas desconhecidos na época. Atualmente, são quase 40 mil links de artistas e selos com visitação 250 mil clicks diários. Robertson foi eleito recentemente, uma das 100 personalidades mais significativas do mercado musical. E o site de Robertson não conclama a pirataria, nem se faz de rogada – uma vez que repassa ao músico 50% do faturamento em forma de direito autoral.
No “cyberbusiness”, quanto mais se pensam nos processos técnicos para impedir ou dificultar acessos, mais técnicas de obstrução são desenvolvidas – uma batalha sem fim. As gravadoras já discutem os custos de produção, os músicos terão que questionar os royalties e o usuário já se acostumou e quer mais facilidades. Não somente na industria fonográfica, mas no cinema, em breve, as técnicas de compactação mudarão os rumos da arte, tanto na linguagem, no conceito e no principalmente no business. Hollywood que se cuide, porque isso vale também para as imagens, não somente para o som. Talvez em breve, CDs, DVDs, lojas de CDs, direito autoral e etc, será coisa de museu ou tema de filme do passado. Será???


...e tem gente que acha isso enorme...

04/05/2010

novo velho Blog, agora em inglês...


Galera, o meu outro blog mudou...
Realmente não tinha muito sentido manter 2 blogs, mesmo que com conteúdos distintos...
Depois que montei meu Facebook, muita gente de fora do Brasil reclama que eu deveria escrever um blog em inglês...
Pois é...e as ferramentas de tradução disponíveis na net não são eficientes, nem proporcionam uma tradução similar ao original. Sendo assim, apenas transformei o "outro" blog. Porém, nem tudo que coloco aqui será traduzido, por motivos óbvios...
A princípio, estarei postando artigos e textos que considero como os mais legais deste blog para o "outro". E intercalando com textos mais atuais.
Para tal, meu tempo que já é escasso vai ficar mínimo. Quem me dá uma "baita" ajuda nesse sentido, é minha irmã Susi, que é uma baita tradutora e professora de inglês...
O link do blog:
Bom, os textos técnicos seguem um padrão fiel ao original, qto as piadinhas...não se preocupem pq não adaptarei o humor sarcástico brasuca em piadinha de americano...

03/05/2010

Malagoli/Sound 2010

Veja no blog da Malagoli/Sound, empresa que me patrocina e produz meus captadores signature - depoimento meu sobre a parceria!
http://captadorescombr.blogspot.com/

Estarei lá esta semana para ver as novidades e "tramar" coisas para 2010.

Aproveitando o post...não deixem tbém de conferir o MySpace da banda The Maxine.
Minha amiga Hagape Cacau (tocamos juntos um breve período) é a baixista da banda. Na batera, o Caju e na guitarra e vocais, a Monica Agena (guitarrista do Natiruts)

http://www.myspace.com/moxine