Oi galera, estou provisoriamente colaborando com esse site:
http://www.aloartista.com/
Dêem uma bisbilhotada, cadastrem se e participem das promoções e eventos.
É bem legals!
Saiu uma matéria sobre a equipe de colaboradores:
http://coopculturalbr.blogspot.com/2010/10/entrevista-com-equipe-do-site.htmlhttp://
27/10/2010
26/10/2010
Halford Brazil tour 2010

Acostuma a tocar em grandes arenas com o Judas Priest, eu pensei que Rob Halford merecia fazer esse show num local mais amplo e mais digno de sua majestade. Afinal de contas, ele é definitivamente o "metal God"!!! Halford e banda mostraram que o local não importa tanto e provavelmente, essa é a chance do "metal God" ficar mais perto de seus súditos, fazendo shows em casas com ambientes mais intimistas.
Cheguei cedo ao local com amigos e me dirigi a um camarote ao lado da mesa de som e ali ficamos o show todo. Com lotação máxima de quase 2500 pessoas que entupiram o local, a banda entrou e arrasou!
O line up da banda:
Rob Halford - vocals
Metal Mike - guitars
Roy Z - guitars
Mike Davis - bass
Bobby Jarzombek - drums

O show começou as 9:30 PM e logo na introdução, Rob mostrou que veio para soltar a garganta com sons pesadíssimos e trouxe uma banda afiada e bastante empolgada!.
Roy Z e Metal Mike, a dupla das guitarras revezaram os solos e bases com muita competência. Eu gosto mais de Metal Mike nos solos - ele tem um senso melódico mais apurado e sua construção de frases e licks é totalmente "old school", Já Roy Z toca muito rápido, porém sobrepõe muitos licks clichês em fila indiana...tem hora que enjoa!
Já Metal Mike se destaca como principal compositor da carreira solo de Halford. Tanto ele como Roy utilizaram várias Flying V´s da Jackson e Roy também utilizou uma guitarra Fernandes Ravelle. Ótima combinação: guitarras Jackson + amplificadores Marshalls
O baixista Mike Davis utilizou um baixo Ernie Ball/Music Man Sting Ray preto com escala clara na maioria das músicas.
Destaque para o baterista Bobby que já esteve recentemente por aqui tocando na banda de Sebastian Bach na abertura do show do Guns´n´Roses.
O som da casa estava alto e audível, mas eu teria feito um alinhamento de som um pouco mais ousado e menos burocrático em relação aos timbres.
No set list apenas 4 músicas do Priest, sendo que metade era cover do cover... The Green Manalishi e Diamond and Rust...a galera pediu Painkiller, mas sem sucesso!
O restante das músicas revisitou a carreira solo do metal God com enfoque no seu mais recente trabalho: Made of Metal
Não tem muito que falar do Metal God....agudos perfeitos, empostação perfeita, performance ótima, carisma, senso de humor...uma breve homenagem a RJ. Dio e uma saliência abdominal característica da idade (inevitável...), mas ele detonou!
Pra quem acha que domingo é pra ficar de moletom em casa vendo televisão ou dormindo ...ou apenas almoçando com a família...O Metal God fechou o dia com chave de ouro!
SET LIST
Resurrection
Made In Hell
Locked and Loaded
Drop Out?
Made of Metal
Undisputed
Nailed to the Gun
Golgotha
Fire and Ice +
The Green Manalishi (With the Two-Prong Crown)
Diamonds and Rust
Jawbreaker
There's no Tomorrow
Thunder and Lightning
Cyber World
(ENCORE)
Heart of a Lion
Saviour
Resurrection
Made In Hell
Locked and Loaded
Drop Out?
Made of Metal
Undisputed
Nailed to the Gun
Golgotha
Fire and Ice +
The Green Manalishi (With the Two-Prong Crown)
Diamonds and Rust
Jawbreaker
There's no Tomorrow
Thunder and Lightning
Cyber World
(ENCORE)
Heart of a Lion
Saviour
Fotos: Saulo Peghin e Dida
Vídeo do show: Heart of a Lion
13/10/2010
Queen

Pra quem curte livros e rock...meu amigo Marcelo Facundo Severo escreveu um livro bem legal sobre o Queen! É uma cronologia dos discos com muitos detalhes a respeito das músicas e com informações técnicas bem minuciosas...lógico que fala dos primórdios e outras fases da banda.
Marcelo foi meu aluno na escola de luthieria e me lembro das conversas que tivemos a respeito do Queen, principalmente sobre detalhes técnicos, curiosidades e outros...O livro tem tudo isso e mais..
12/10/2010
Sonzera de amigos!
Toda vez que vou na Expomusic, recebo inúmeros CDs de amigos e faço novos amigos ganhando CDs! Muitos querem saber a minha opinião... e talvez o fato de eu ter sido colaborador e colunista de várias revistas - motiva essa galera a me procurar e deixar comigo esses CDs...
Vou falar um pouco de cada album e desde já agradeço a todos pela amizade e por prestigiarem também meu trabalho.
Darkest Seed

Sonzera, bem pesado e bem produzido.
As letras são legais, nada tão muito complexo...é simples e direto...
Vocal principal está bom, mas senti falta de ambiência em algumas passagens. Senti uma "secura" que poderia ter sido melhorada na mixagem.
Mas o destaque deste CD, são as melodias vocais...bem estruturadas. Os caras fazem um som "modern school" que incorpora várias influências de hard rock e metal.
os backing vocais estão bons...afinadíssimos! e os refrões certeiros.
Guitarras pesadas, gravação boa, bons timbres e solos legais.
Cozinha bem coesa no que diz respeito a dinâmica das músicas...firulas no lugar certo, sem exageros. Apenas achei que a bateria poderia ter mais punch...na mixagem.
E outro lance legal...é um power trio! Pois é...Caxias do Sul...se eu tivesse que morar fora de sampa...acho que eu ia prá lá...como tem uma galera que toca muito por lá...impressionante...
http://www.darkestseed.com/
http://www.myspace.com/darkestseed
Mateus Starling - Kairos

Mateus é um brother meu, apesar de pouco tempo...somos colegas de revista...a Cover Guitarra.
Bom, o CD dele é totalmente fusion...um estilo que sempre curti...desde qdo era mais novo...
A abordagem é bem moderna...harmonas bem estruturadas, nada de convenções tradicionais....ele faz um quebra quebra bem legal...
Os timbres são muito bons. A gravação é profissa total. Escutei esse Cd na minha escola em hora de aula junto com meus alunos. A maioria ainda não está preparada para esse tipo de som...uma pena...eu comecei a ouvir jazz rock com Larry Corryel, Jean Luc Ponty e Mahavishunu Orquestra e Return to Forever...poutzzzz, sempre gostei de quebradeira...
Bom, o CD do Mateus... recomendo, principalmente para os guitarristas que estão estudando harmona. Muito bom! Esse ficou no CD player por várias semanas...
www.mateusstarling.com.br
www.myspace.com/mateusstarling
Rafael Nery

Conheci o Rafael Nery na Expomusic...o Rafa que trabalha comigo(na escola) faz aula com ele...e provavelmente temos alguns amigos em comum...
O mais insólito é que esse CD não é um típico álbum de guitarrista...tipo fritação e músicas instrumentais...é um CD calmo com baladas e melodias marcantes.
Eu particularmente, achei bom. Gosto de coisas diferentes, não previsíveis...e se tratando de algo feito com essa intenção...tem muita qualidade.
Sim, pode ser enjoativo...mas comigo foi de boa!
Arranjos bons, vocais legais e produção bem feita.
www.rafaelnery.com
www.myspace.com/rafaelnery
Italo Junqueira

Outro CD legal...bem rock and roll e ...esse sim...álbum típico de guitarrista...com infuências diversas...fritação, alavancas, sons instrumentais, um pouco de quebradeiras, etc...
A produção está boa, mas faltou um punch na cozinha...algo tipo mais "corpo" na mixagem....principalmente a bateria...
O som da guitarra está bom...Muitos sons lembram o Ardanuy...é uma boa referência...sem dúvida..
italoguitarra@terra.com.br
parabéns a todos...encarte, som e inspirações...tudo muito legal...
Vou falar um pouco de cada album e desde já agradeço a todos pela amizade e por prestigiarem também meu trabalho.
Darkest Seed

Sonzera, bem pesado e bem produzido.
As letras são legais, nada tão muito complexo...é simples e direto...
Vocal principal está bom, mas senti falta de ambiência em algumas passagens. Senti uma "secura" que poderia ter sido melhorada na mixagem.
Mas o destaque deste CD, são as melodias vocais...bem estruturadas. Os caras fazem um som "modern school" que incorpora várias influências de hard rock e metal.
os backing vocais estão bons...afinadíssimos! e os refrões certeiros.
Guitarras pesadas, gravação boa, bons timbres e solos legais.
Cozinha bem coesa no que diz respeito a dinâmica das músicas...firulas no lugar certo, sem exageros. Apenas achei que a bateria poderia ter mais punch...na mixagem.
E outro lance legal...é um power trio! Pois é...Caxias do Sul...se eu tivesse que morar fora de sampa...acho que eu ia prá lá...como tem uma galera que toca muito por lá...impressionante...
http://www.darkestseed.com/
http://www.myspace.com/darkestseed
Mateus Starling - Kairos

Mateus é um brother meu, apesar de pouco tempo...somos colegas de revista...a Cover Guitarra.
Bom, o CD dele é totalmente fusion...um estilo que sempre curti...desde qdo era mais novo...
A abordagem é bem moderna...harmonas bem estruturadas, nada de convenções tradicionais....ele faz um quebra quebra bem legal...
Os timbres são muito bons. A gravação é profissa total. Escutei esse Cd na minha escola em hora de aula junto com meus alunos. A maioria ainda não está preparada para esse tipo de som...uma pena...eu comecei a ouvir jazz rock com Larry Corryel, Jean Luc Ponty e Mahavishunu Orquestra e Return to Forever...poutzzzz, sempre gostei de quebradeira...
Bom, o CD do Mateus... recomendo, principalmente para os guitarristas que estão estudando harmona. Muito bom! Esse ficou no CD player por várias semanas...
www.mateusstarling.com.br
www.myspace.com/mateusstarling
Rafael Nery

Conheci o Rafael Nery na Expomusic...o Rafa que trabalha comigo(na escola) faz aula com ele...e provavelmente temos alguns amigos em comum...
O mais insólito é que esse CD não é um típico álbum de guitarrista...tipo fritação e músicas instrumentais...é um CD calmo com baladas e melodias marcantes.
Eu particularmente, achei bom. Gosto de coisas diferentes, não previsíveis...e se tratando de algo feito com essa intenção...tem muita qualidade.
Sim, pode ser enjoativo...mas comigo foi de boa!
Arranjos bons, vocais legais e produção bem feita.
www.rafaelnery.com
www.myspace.com/rafaelnery
Italo Junqueira

Outro CD legal...bem rock and roll e ...esse sim...álbum típico de guitarrista...com infuências diversas...fritação, alavancas, sons instrumentais, um pouco de quebradeiras, etc...
A produção está boa, mas faltou um punch na cozinha...algo tipo mais "corpo" na mixagem....principalmente a bateria...
O som da guitarra está bom...Muitos sons lembram o Ardanuy...é uma boa referência...sem dúvida..
italoguitarra@terra.com.br
parabéns a todos...encarte, som e inspirações...tudo muito legal...
26/09/2010
Expomusic 2010...valeu galera!

Quero agradecer a todos que estiveram comigo nesta Expomusic 2010. É muito gratificante saber que vocês acompanham meu trabalho - seja como músico, luthier e colunista de revistas. Fico muito honrado e feliz com toda essa receptividade. Aos músicos que me deram CDs e DVDs, vou escutar e ver com carinho. Postarei aqui no blog, as minhas impressões . Meus alunos e ex-alunos, é sempre bom revê-los! Agradeço as seguintes empresas, profissionais e artistas:
Equipo (Marcão, Wilsão, Koji, Kadooka, Harrison, Larrisa, Alex, Jean...outros), Pride (Viola, Sergio), Royal, Habro (Leandro), Guitar Player (Teresa, Jaques Molina, David Hepner, Flavio Gutok), Música e Mercado (Duda, Carla, Daniel), Comando Rock (Marcão), NIG (Marcão, Majú), Andy Timmons, Eagle (Daniel, Pedrão, Charlie), Hard Alexandre, Andrés Recasens, Vera Kikuti, Snake (Cláudio), luthier Pablo & Wife, Deval (Alberto), Joe Moghabi, Clement Zular, Bruno Maia (Tuatha de Danann), Edu Ardanuy, Bose (Klaus, Edinho, Miguel), Sound Maker(Carlinhos), Basso (Marcão, San Campos), Rafa Bittencourt, Pierre & Betty (AlôArtista), Dema K, Marcos DeRos, Ricky Furlani, Rafael Nery, Pedro Wood, Sound on Sound Magazine, Roadie Crew (Tonão), Meteoro (Zé Luis), Cover Guitarra's friends, Wolf Music (Sandro), Luciano Renan (Giannini), Ozielzinho, Yamaha (Vera), Roland, Quanta, Pro Shows, Antoniel Up Gospel, Italo&Angela, David Vincent (Morbid Angel), Marcelo Severo&Wife, amigos do Facebook, amigos do Orkut, Chris Jarrouge, Vivi, Fabinho Rock Studio, sêo Tito (lightning...VF qtttooo tempo hein...), Gera, Darkest Seed, Fabio Laguna, fiéis amigos de labuta dia-a-dia (Pauleira, Lú, Felipe, Claudim), Endo, Polacow, Airton Mann, Favoretti's, Deep Trip Land Menegozzo, Panta, Gustavo Benedetti & friends, Limão, Rita, Déia, Zezo, aos amigos da Promosom e aos que não puderam ir: Saulo e a orelha ambulante. A lenda urbana desta Expomusic foi o Fabiano "madruga" Amorim.
A galera que tirou fotos comigo...se quiserem me mandar: hh777@bol.com.br
Colocarei as fotos aqui e no Facebook, etc...
Bom, no blog da Pauleira:
http://www.pauleiraguitars.com/materias/expomusic-2010/#more-1705Tem review da Expo...eu sinceramente não gosto muito de fazer...então...linka lá e leia o texto que é bem legal...
Sobre as novidades...fechei um lance legal com a Basso Correias e em breve, notícias do meio editorial...não sei ao certo ainda...mas grandes mudanças virão...
valeu galera!
20/09/2010
Expomusic 2010

mais info sobre a Expomusic:
http://www.expomusic.com.br/2010/codigo/home.asp?resolucao=1680Eu estarei lá na quarta feira, dia 22/09(o dia todo), sexta feira dia 24 (apenas no final da tarde),
sábado e domingo (estarei lá a partir das 14:00hs).
O evento da Condor, Onerr, Crafter, Attack e outras marcas acontece no centro de convenções do hotel Confort In, na região do centro de são paulo, perto do metrô República. De quarta a sexta, não encontrei nenhuma info a respeito.
10/09/2010
Novas palhetas!!!
E aê galera, blz?
Encomendei palhetas personalizadas e elas chegaram.

No Japão, eu usava palhetas Fender 1.0 mm. Eu ganhava sacos de 144 unidades do distribuidor. Nem colocava meu nome. Não tinha muito interesse na época. Passei a usar palhetas da Pick Boy no formato Jazz 1.5 mm. Eram peças pequenas e a inscrição do nome saia com meia dúzia de licks! Essas Fenders "rosa"...apesar da cor...são ótimas quando voce deixa cair no chão...porque você acha fácil...
Outro detalhe...sempre que estou com essas "rosinhas"...as meninas e moças se aproximam querendo uma...

Essas verdinhas foram feitas pelo Carlão e Marcio, na época o Museu das Palhetas. Ficaram bem legais. Carlão continua no Museu e o Marcio criou o Palhetas Online. Ambos continuam a fazer palhetas personalizadas. O trabalho deles é muito bom, recomendo!
Bom, essa é uma palheta Dunlop serie Gator Grip 1,5mm. Eu tenho também a Gator Grip 1,14mm, as azuis...que também são ótimas.

Essas são as novas palhetas Milke US 1,5mm. São duas versões, a branca e a preta. Em breve terei mais uma cor (ou amarela ou vermelha...). São palhetas muito boas, duráveis e com acabamento fosco. Não escorregam e o visual é bem exótico.

Olha, as Milke US...encomendei uma boa quantidade, mas que acabarão em breve.

Bom, essas caixinhas de plástico são as melhores para acondicionar as palhetas. As Milke estão separadas e as antigas (as poucas que sobraram) foram para a caixinha da coleção. http://www.palhetas.com/
http://www.palhetasonline.com/index.html
http://www.milke.us/
Encomendei palhetas personalizadas e elas chegaram.

No Japão, eu usava palhetas Fender 1.0 mm. Eu ganhava sacos de 144 unidades do distribuidor. Nem colocava meu nome. Não tinha muito interesse na época. Passei a usar palhetas da Pick Boy no formato Jazz 1.5 mm. Eram peças pequenas e a inscrição do nome saia com meia dúzia de licks! Essas Fenders "rosa"...apesar da cor...são ótimas quando voce deixa cair no chão...porque você acha fácil...
Outro detalhe...sempre que estou com essas "rosinhas"...as meninas e moças se aproximam querendo uma...

Essas verdinhas foram feitas pelo Carlão e Marcio, na época o Museu das Palhetas. Ficaram bem legais. Carlão continua no Museu e o Marcio criou o Palhetas Online. Ambos continuam a fazer palhetas personalizadas. O trabalho deles é muito bom, recomendo!
Bom, essa é uma palheta Dunlop serie Gator Grip 1,5mm. Eu tenho também a Gator Grip 1,14mm, as azuis...que também são ótimas.

Essas são as novas palhetas Milke US 1,5mm. São duas versões, a branca e a preta. Em breve terei mais uma cor (ou amarela ou vermelha...). São palhetas muito boas, duráveis e com acabamento fosco. Não escorregam e o visual é bem exótico.

Olha, as Milke US...encomendei uma boa quantidade, mas que acabarão em breve.

Bom, essas caixinhas de plástico são as melhores para acondicionar as palhetas. As Milke estão separadas e as antigas (as poucas que sobraram) foram para a caixinha da coleção.
Um dia, eu mostro minha coleção de palhetas. Tem algumas raras e outras bem diferentes.
Para os interessados, segue os links que referi anteriormente:
http://www.palhetasonline.com/index.html
http://www.milke.us/
27/08/2010
Precision Bass HH777
Oi galera,
Já faz um tempinho que construi esse baixo, mas só agora que tive tempo para as fotos...
Eu sou mais fã de Precision que de Jazz Bass, sempre fui....
Nada contra a nação JB, apenas acho o Precision - a concepção mais simples, direta e funcional de contrabaixo.

Bom, eu fiz esse baixo para gravar...não sou baixista, mas quem sabe...posso até pensar em tocar baixo numa boa banda de hard rock/metal....vou avisando...usarei palheta, mas decorei uns 3 licks com slap...

Corpo de marupá tigrado (pintado...não dá para ver né...aliás...podia ser figurado 5A que eu pintaria do mesmo jeito...odeio instrumento natural...)
Ponte Gotoh, escudo de acrílico, captador Malagoli PB Alnico Hot custom shop, 1 volume, 1 tonalidade, jack, escala de jacarandá (ganhei do Eugênio Follmann), marcadores de abalone e braço de maple.
Esse captador é muito bom, tem um timbre fantástico.
Com o potenciômetro de tonalidade fechado...vêm um médio/grave bem legal para tocar Grand Funk, Geezer Butler e Jack Bruce nos primórdios...com a tonalidade aberta (agudos)...versatilidade e punch pára slaps e linhas mais cristalinas...
Tenho um outro baixo Fender, o Urge que tem 2 JB da Seymour Duncan e esse mesmo captador entre os citados...e olha...esse PB da Malagoli soa tão bem que os Seymours...recomendo hein!

Tarraxas Gotoh...logotipo spaguetti...
Já faz um tempinho que construi esse baixo, mas só agora que tive tempo para as fotos...
Eu sou mais fã de Precision que de Jazz Bass, sempre fui....
Nada contra a nação JB, apenas acho o Precision - a concepção mais simples, direta e funcional de contrabaixo.

Bom, eu fiz esse baixo para gravar...não sou baixista, mas quem sabe...posso até pensar em tocar baixo numa boa banda de hard rock/metal....vou avisando...usarei palheta, mas decorei uns 3 licks com slap...

Corpo de marupá tigrado (pintado...não dá para ver né...aliás...podia ser figurado 5A que eu pintaria do mesmo jeito...odeio instrumento natural...)
Ponte Gotoh, escudo de acrílico, captador Malagoli PB Alnico Hot custom shop, 1 volume, 1 tonalidade, jack, escala de jacarandá (ganhei do Eugênio Follmann), marcadores de abalone e braço de maple.
Esse captador é muito bom, tem um timbre fantástico.
Com o potenciômetro de tonalidade fechado...vêm um médio/grave bem legal para tocar Grand Funk, Geezer Butler e Jack Bruce nos primórdios...com a tonalidade aberta (agudos)...versatilidade e punch pára slaps e linhas mais cristalinas...
Tenho um outro baixo Fender, o Urge que tem 2 JB da Seymour Duncan e esse mesmo captador entre os citados...e olha...esse PB da Malagoli soa tão bem que os Seymours...recomendo hein!

Tarraxas Gotoh...logotipo spaguetti...
13/08/2010
Natasha Wood
Oi galera,
Vou postar aqui uma entrevista que fiz com minha amiga Natasha Wood! Esta matéria faz parte da edição 181 da revista Cover Guitarra – da qual sou responsável pelos testes de equipamentos. A referida edição estará totalmente reformulada em termos de layout, diagramação, conteúdo e direcionamento editorial.
Bom, vou reproduzir na íntegra a matéria que será publicada:

Nesta nova coluna, conversaremos com diversos (as) guitarristas de todas as partes do planeta. Aproveitamos o “boom” da internet e das redes sociais para interceptar e descobrir velhos e novos talentos, utilizando apenas um critério simples, a paixão pela música. Não discriminamos estilo, nem nacionalidade, podem participar profissionais, amadores ou amantes das cordas, que tenham seu trabalho divulgado na rede.
Nesta coluna de “inauguração” que tenho o privilégio de dar o “pontapé inicial”, conversei com uma guitarrista que descobri através do site MySpace. Ela é Natasha Wood, que apesar de americana é brasileiríssima de coração!
Ela é guitarrista, pianista, cantora e compositora. Nasceu de uma família de músicos e desde cedo nutre uma verdadeira paixão pela música brasileira.
Natasha formou a banda Fala Bashu, juntamente com o baixista Matt Gordon e baterista David Gardner. A banda lançou seu primeiro álbum, "Drifting into Unconsciousness”, em 2008. Conversei com Natasha, que contou um pouco de sua paixão pela nossa música e falou também de detalhes sobre sua carreira musical.
Entrevista:
No seu perfil do MySpace, você cita ascendência materna brasileira. Como a música do Brasil e a bossa nova se tornaram grandes influências para você? Quais discos ou artistas você costumava escutar?
Desde criança escutei samba e bossa nova porque a minha mãe e meus avôs sempre tocavam os discos de Antônio Carlos Jobim, Elis Regina, Gal Costa, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Maria Bethânia e outros. De vez em quando, até um forrozinho tocava dentro de casa. Eventualmente comecei a ouvir outros artistas como Marisa Monte, Djavan, Caetano Veloso, Banda Black Rio, Olodum, e instrumentistas como Baden Powell, Romero Lubambo e César Camargo Mariano. Também assisti shows de artistas locais brasileiros como: Kátia Moraes e Sambaguru. A lista é muito grande.
De onde você tira a inspiração para os seus temas? Você compõe mais na guitarra ou no piano?
Geralmente componho canções sobre amizades, pessoas que são interessantes na minha vida, lugares por onde tenho viajado e os meus animais – sou doutora em medicina veterinária! Nos últimos anos componho na guitarra, mas como originalmente sou pianista, estou tentando voltar ao piano e experimentar outros estilos de música. O piano oferece um mundo de possibilidades diferentes para um compositor. Também estou compondo mais em português, apesar de ser um pouco difícil para mim. É sempre mais fácil compor na língua nativa.

Seu trabalho musical tem muitas influências de jazz, como você trabalha os improvisos? Gosta de fraseados lineares ou raciocina de maneira vertical, valorizando os acordes?
Para mim, a melodia é super importante. Por isso quando improviso, sempre tenho a melodia e a progressão de acordes na cabeça. Procuro improvisar ao redor dessas coisas. Mas estou tentando incorporar uma forma mais vertical. De vez em quando saio do encadeamento e trabalho outras modulações – afinal de contas, um pouco de dissonância pode ser uma coisa boa.
Você tem acompanhado o cenário atual da música brasileira? Algum artista em especial tem merecido a sua atenção?
Devo admitir que adoro os artistas do passado, mas alguns dos meus favoritos são mais contemporâneos: Marisa Monte, Maria Rita, Daniela Mercury, Chico César, Djavan e as legendas musicais que ainda estão na ativa, entre eles: Gal Costa e Caetano Veloso.
Quais os músicos que costumam trabalhar com você?
Geralmente toco com músicos de Los Angeles que possuem uma diversa experiência musical – desde estilos como o jazz afro-cubano, folk-rock americano até música carnática indiana. Minha aventura mais recente me levou às ilhas Cook, onde tive o prazer de colaborar com o vocalista/guitarrista Tok Haurua. Também estou tocando com meus primos, que são músicos de jazz maravilhosos. O meu tio, John Wood, é pianista profissional de jazz Eu me inspiro muito nele. Sinto-me afortunada por ter a oportunidade de tocar e cantar com artistas talentosos. Esse intercâmbio de estilos é importante para minha música. Cada vez que tocamos juntos é uma nova aventura. Sempre estamos aprendendo uns com os outros.

Qual o seu equipamento (guitarras, violões, pedais de efeitos, amplificadores e cordas) para shows e gravações?
Minha guitarra é uma semi acústica DeArmond X-155. O violão de aço é um Martin Shenandoah – que foi um presente do meu avô Randy Wood - produtor musical e fundador da companhia Dot Records. Tenho um violão de cordas de náilon Yamaha CG-100SA, que foi meu primeiro instrumento. Uso cordas D’Addario, teclados Yamaha S90ES, amplificadores Roland, Fender, Danelectro e microfones Shure.

Para finalizar, quais são seus planos musicais e quando você tocará no Brasil?
Espero me envolver mais com a cena de música brasileira em Los Angeles. Recentemente comecei a tocar com uma nova banda e espero poder divulgá-la o máximo possível. Gostaria de incorporar mais influências de outros artistas e culturas. Estou compondo novas canções e em breve gravarei outro CD. Sinceramente, conciliar a música e medicina veterinária é um desafio – requer muita dedicação para ter êxito em ambas carreiras.
Nunca pensei em ser uma musicista famosa, especialmente hoje em dia, onde o universo musical é tão efêmero. Mas uma coisa legal da música é que todo esforço é recompensado, é uma evolução natural. E quem sabe se algum dia, inesperadamente, a oportunidade bate na sua porta! Sobre tocar no Brasil, espero que possa fazê-lo em breve! Faz alguns anos que estive pelo país e acho que está chegando a hora de fazer outra jornada. E desta vez, levarei o meu violão!
Fotos: Brandon Peters
Vou postar aqui uma entrevista que fiz com minha amiga Natasha Wood! Esta matéria faz parte da edição 181 da revista Cover Guitarra – da qual sou responsável pelos testes de equipamentos. A referida edição estará totalmente reformulada em termos de layout, diagramação, conteúdo e direcionamento editorial.
Bom, vou reproduzir na íntegra a matéria que será publicada:

Nesta nova coluna, conversaremos com diversos (as) guitarristas de todas as partes do planeta. Aproveitamos o “boom” da internet e das redes sociais para interceptar e descobrir velhos e novos talentos, utilizando apenas um critério simples, a paixão pela música. Não discriminamos estilo, nem nacionalidade, podem participar profissionais, amadores ou amantes das cordas, que tenham seu trabalho divulgado na rede.
Nesta coluna de “inauguração” que tenho o privilégio de dar o “pontapé inicial”, conversei com uma guitarrista que descobri através do site MySpace. Ela é Natasha Wood, que apesar de americana é brasileiríssima de coração!
Ela é guitarrista, pianista, cantora e compositora. Nasceu de uma família de músicos e desde cedo nutre uma verdadeira paixão pela música brasileira.
Natasha formou a banda Fala Bashu, juntamente com o baixista Matt Gordon e baterista David Gardner. A banda lançou seu primeiro álbum, "Drifting into Unconsciousness”, em 2008. Conversei com Natasha, que contou um pouco de sua paixão pela nossa música e falou também de detalhes sobre sua carreira musical.
Entrevista:
No seu perfil do MySpace, você cita ascendência materna brasileira. Como a música do Brasil e a bossa nova se tornaram grandes influências para você? Quais discos ou artistas você costumava escutar?
Desde criança escutei samba e bossa nova porque a minha mãe e meus avôs sempre tocavam os discos de Antônio Carlos Jobim, Elis Regina, Gal Costa, Beth Carvalho, Martinho da Vila, Maria Bethânia e outros. De vez em quando, até um forrozinho tocava dentro de casa. Eventualmente comecei a ouvir outros artistas como Marisa Monte, Djavan, Caetano Veloso, Banda Black Rio, Olodum, e instrumentistas como Baden Powell, Romero Lubambo e César Camargo Mariano. Também assisti shows de artistas locais brasileiros como: Kátia Moraes e Sambaguru. A lista é muito grande.
De onde você tira a inspiração para os seus temas? Você compõe mais na guitarra ou no piano?
Geralmente componho canções sobre amizades, pessoas que são interessantes na minha vida, lugares por onde tenho viajado e os meus animais – sou doutora em medicina veterinária! Nos últimos anos componho na guitarra, mas como originalmente sou pianista, estou tentando voltar ao piano e experimentar outros estilos de música. O piano oferece um mundo de possibilidades diferentes para um compositor. Também estou compondo mais em português, apesar de ser um pouco difícil para mim. É sempre mais fácil compor na língua nativa.

Seu trabalho musical tem muitas influências de jazz, como você trabalha os improvisos? Gosta de fraseados lineares ou raciocina de maneira vertical, valorizando os acordes?
Para mim, a melodia é super importante. Por isso quando improviso, sempre tenho a melodia e a progressão de acordes na cabeça. Procuro improvisar ao redor dessas coisas. Mas estou tentando incorporar uma forma mais vertical. De vez em quando saio do encadeamento e trabalho outras modulações – afinal de contas, um pouco de dissonância pode ser uma coisa boa.
Você tem acompanhado o cenário atual da música brasileira? Algum artista em especial tem merecido a sua atenção?
Devo admitir que adoro os artistas do passado, mas alguns dos meus favoritos são mais contemporâneos: Marisa Monte, Maria Rita, Daniela Mercury, Chico César, Djavan e as legendas musicais que ainda estão na ativa, entre eles: Gal Costa e Caetano Veloso.
Quais os músicos que costumam trabalhar com você?
Geralmente toco com músicos de Los Angeles que possuem uma diversa experiência musical – desde estilos como o jazz afro-cubano, folk-rock americano até música carnática indiana. Minha aventura mais recente me levou às ilhas Cook, onde tive o prazer de colaborar com o vocalista/guitarrista Tok Haurua. Também estou tocando com meus primos, que são músicos de jazz maravilhosos. O meu tio, John Wood, é pianista profissional de jazz Eu me inspiro muito nele. Sinto-me afortunada por ter a oportunidade de tocar e cantar com artistas talentosos. Esse intercâmbio de estilos é importante para minha música. Cada vez que tocamos juntos é uma nova aventura. Sempre estamos aprendendo uns com os outros.

Qual o seu equipamento (guitarras, violões, pedais de efeitos, amplificadores e cordas) para shows e gravações?
Minha guitarra é uma semi acústica DeArmond X-155. O violão de aço é um Martin Shenandoah – que foi um presente do meu avô Randy Wood - produtor musical e fundador da companhia Dot Records. Tenho um violão de cordas de náilon Yamaha CG-100SA, que foi meu primeiro instrumento. Uso cordas D’Addario, teclados Yamaha S90ES, amplificadores Roland, Fender, Danelectro e microfones Shure.

Para finalizar, quais são seus planos musicais e quando você tocará no Brasil?
Espero me envolver mais com a cena de música brasileira em Los Angeles. Recentemente comecei a tocar com uma nova banda e espero poder divulgá-la o máximo possível. Gostaria de incorporar mais influências de outros artistas e culturas. Estou compondo novas canções e em breve gravarei outro CD. Sinceramente, conciliar a música e medicina veterinária é um desafio – requer muita dedicação para ter êxito em ambas carreiras.
Nunca pensei em ser uma musicista famosa, especialmente hoje em dia, onde o universo musical é tão efêmero. Mas uma coisa legal da música é que todo esforço é recompensado, é uma evolução natural. E quem sabe se algum dia, inesperadamente, a oportunidade bate na sua porta! Sobre tocar no Brasil, espero que possa fazê-lo em breve! Faz alguns anos que estive pelo país e acho que está chegando a hora de fazer outra jornada. E desta vez, levarei o meu violão!
Fotos: Brandon Peters
04/08/2010
HH777 opiniões

Olha só, mais opiniões sobre o HH777:
essa é do blog do Andre Lorenz:
http://andrelorenz.wordpress.com/2010/08/01/review-captador-malagoli-hh777-henry-ho-signature/
essa é do blog Zona do Humbucker, bem legal...por sinal...
http://zonadohumbucker.blogspot.com/search?updated-min=2007-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2008-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=8
se tiverem um tempo, vale a leitura...
pra quem tem Facebook, um vídeo meu gravado pelo Maurizio...testando a guitarra dele com 2 x HH777. Não estranhem...os referidos caps estavam com uma capa cromada preta sem os pólos aparentes...gambiarra do próprio Maurizio...que aliás...ficou muito bom!
http://www.facebook.com/#!/video/video.php?v=139590506071324&ref=mf
essa é do blog do Andre Lorenz:
http://andrelorenz.wordpress.com/2010/08/01/review-captador-malagoli-hh777-henry-ho-signature/
essa é do blog Zona do Humbucker, bem legal...por sinal...
http://zonadohumbucker.blogspot.com/search?updated-min=2007-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&updated-max=2008-01-01T00%3A00%3A00-08%3A00&max-results=8
se tiverem um tempo, vale a leitura...
pra quem tem Facebook, um vídeo meu gravado pelo Maurizio...testando a guitarra dele com 2 x HH777. Não estranhem...os referidos caps estavam com uma capa cromada preta sem os pólos aparentes...gambiarra do próprio Maurizio...que aliás...ficou muito bom!
http://www.facebook.com/#!/video/video.php?v=139590506071324&ref=mf
16/07/2010
HH777 - the "pink" Attack!
poutzzzzz........olha issoooooo!!!!!!!!!!!!
Essa versão pink é comemorativa de 5 anos de existência do(s) HH777(s)...
e aproveitando...posto aqui um teste que saiu na Guitar Player de junho de 2007.
Foi o teste feito pelo meu brother Jaques Molina sobre o Hellbucker e Realbucker.

E não deixem de bisbilhotar o blog da Malagoli:
http://captadorescombr.blogspot.com/
Pois é...bem legal! Muitos acharão "ducarai" e outros nem tanto...
Esse da foto é o Realbucker para braço, mas tem tbém o Hellbucker para ponte.
Tirei "as pressas" com o celular...minha câmera estava carregando...depois colocarei fotos mais decentes...
Essa cor já está disponível e os caps podem ser adquiridos no site:
Ainda não decidi em qual guitarra vou colocar essa dupla de "pinks". Acho que combina com guitarra preta. Essa combinação me lembrou as Ibanez Roadstar II modelo Allan Holdswoth...eram pretas com caps DiMarzio rosa(s)!
Agradecimentos a Malagoli, meus parceiros de longa data que se empenham 1000% quaisquer que sejam as circunstâncias...Essa versão pink é comemorativa de 5 anos de existência do(s) HH777(s)...
e aproveitando...posto aqui um teste que saiu na Guitar Player de junho de 2007.
Foi o teste feito pelo meu brother Jaques Molina sobre o Hellbucker e Realbucker.
E não deixem de bisbilhotar o blog da Malagoli:
http://captadorescombr.blogspot.com/
E recentemente, tbém na GP saiu a matéria com meu amigo Milton Medusa...citando o HH777 tbém...só clicar na imagem para ler a matéria.

E tem um vídeo meu bem "ruizin" no You Tube...com o Hellbucker:
07/07/2010
Cadê Ronaldinho na Copa do Mundo?

Oi galera,
Me pediram pra falar de futebol, de copa do mundo...sei lá mêo???
Eu gosto de futebol, sempre gostei. Mas sei não...
Essa copa do mundo está muito sem sal. Muito corre corre, futebol feio, ausência total de técnica, muitos jogadores detonados e cadê o Ronaldinho???
Essa coisa de parar o país por causa dos jogos da seleção, poutzzz...Nada a ver nos dias atuais. É mais fácil neguinho ficar indignado em encontrar loja fechada no shopping no domingão.
Agora copa do mundo é justificativa, muito mais que domingo pra católico que tbém gosta de futebol...vai entender?
Bom, as seleções do continente foram um fiasco. Somente a seleção de Gana teve "gana" pra chegar nas quartas de final. O penalti perdido nos descontos do segundo tempo (jogo das quartas com o Uruguai) foi a cena mais dantesca da copa! A cara do jogador depois que perdeu esse penalti foi a segunda cena mais dantesca da copa!
Os "bafana bafana" outro fiasco. A única coisa que eu gostei foi do som desse têrmo: bafana bafana - significa boys e quando repete, é plural: boys boys...
No quesito futebol, os "bafana boys" ainda tem que comer muito arroz e feijão...e o Parreira protagonizou a cena mais constrangedora da copa (o não aperto de mão com o técnico francês...).
Itália e França? viiiixxxeeee!!!!!!!logro total...power failure!
Argentina: olha, Maradona tava uma figura. Ele ainda tem muito que ralar como técnico de futebol. Como jogador era fenomenal! Mas eu acho que ele foi bem razoável. E muito coerente nas coletivas de imprensa. Já o Messi & Cia não estavam jogando uma bola redonda...nem na África, nem aqui, nem na PQP.... Faltou o Veron jogando todos os jogos, Aguero e Milito idem. Mas tomar de 4 da Alemanha foi antológico! Brasileiros comemoraram mais que alemães!
Uruguai mandou bem! Lugano que é sócia do Jude Law fechou a área, Suarez com a mão de Deus (protagonizou a melhor defesa da copa...sem ser goleiro) e o Diego Forlan que jogou um bolão...pra mim...um dos melhores da copa.
Holanda, Espanha e Alemanha...eu acho que quem merece é a Alemanha - conseguiu renovar o time, mudou o estilo de jogar em relação a temporadas anteriores e evoluiu durante a competição. Já holandeses e espanhóis...dá licença...eita futebolzinho feio porém sortudo.
Japão surpreendeu pra caramba. EUA também e Paraguai deveria ter levado "a" Riquelme (entenderam? ).
Inglaterra? capengaram de novo amaldiçoados no lance de 1966...poutzzz, é só inverter o 9 e ficaria 1666...isso...666...
Brasil? sobre o Dunga...pelo menos "peitou" a Globo e vuvuzelou bons palavrões nas coletivas de imprensa...vocabulários ofensivos direcionados e intencionais. Foi hilário.
Tecnicamente, ele foi mals.
Sobre o time: bastava levar a defesa do São Paulo FC com Rogério Ceni, o Hernandes e o ataque do Santos FC. Botava o Ronaldinho no banco pra entrar sempre no segundo tempo no lugar do Ganso...e nem teria levado o Kaká. Esse time que foi pra copa...não tem nem condições de disputar tipo um campeonato brasileiro e até mesmo um paulistão.
Mas convenhamos, a Copa do Mundo é um grande negócio. Conspirações, boatarias e teorias a parte...tem muita coisa rolando nesse backstage futebolístico.
Bom, falei, falei, falei...e pra mim, Copa do Mundo não tem mais a magia de antes. Assisti menino a Copa de 1970, vibrei com cada gol, cada drible e cada lance de futebol arte. Foi assim tbém em 74, 78, 82, 86, 90, 94 e a partir daí...só valeu a 2002 pq o Brasil foi penta.
Mick Jagger? Pé frio?
Bom, o cara é trilhonário, tem mais de 60 anos mas parece estar melhor que muitos de 30, come a mulher que quiser, entra onde quer, faz e ganha grana (aliás...muita grana) com o que gosta de fazer. Ele é pé frio? Hahahahaha...pé frio é o Galvão Bueno!
Vou assistir os jogos finais e lamentar muito se um país europeu ganhar ( e ganharão mesmo)...Eles estão nessa ...muito por mérito dos sul-americanos que jogam por lá....
Alguém lembra de algum italiano, francês, espanhol, holandês ou alemão que joga aqui, ou na Argentina, no Paraguai ou no Uruguai? Pois é!
Será que um alemão, holandês, inglês, italiano, espanhol...qdo criança já diz: "eu quero ser jogador de futebol"??? Acho que não. Tem criança aqui que diz "eu quero ser deputado estadual? Pois então...
2014 eu volto a escrever sobre a Copa.
01/07/2010
Hard Blast!

galera, saiu uma resenha do show do UFO no website da minha amiga Maila:
http://www.hardblast.com/resenha/resenha-ufo-0610.asp
O texto é totalmente diferente das resenhas que foram publicadas aqui e que serão também publicadas na próxima edição da Cover Guitarra.
www.hardblast.com/index.asp
acesse sempre também o website da Maila, que é bem legal!
23/06/2010
Cover Guitarra 180
Cover Guitarra 180

Essa edição é a derradeira com layout que vocês conhecem. A partir da próxima edição número 181...muita coisa vai mudar em termos de edição gráfica (visual e conteúdo). Meus amigos Andre Martins e André Sampaio assumiram o editorial e a coisa toda deve surpreender a todos os leitores. Nesta edição, matéria de capa bastante oportuna com o genial Jeff Beck com transcrições de licks e riffs feitas pelo Alexandre Bastos.
Na coluna Flash, Steve Vai e sua nova banda. E a continuação do especial Home Studio com Daniel Raizer - matéria bem legal por sinal!
Em termos gerais, a 180 está bem pobre. Faltou um pouco mais de conteúdo, mas as transcrições e as colunas regulares estão presentes.
Quanto aos testes: fiz a análise do amplificador Sound Maker Destructor 210. Era para ter mais 2 testes mas o editorial simplesmente "esqueceu" de colocá-los. Pois é, já era tempo de mudanças mesmo...toda transição está sujeita a coisas do tipo...infelimente...
E não deixe de ler minha coluna OFICINA, onde tiro dúvidas de equipamentos.
Vamos aguardar a próxima edição que provavelmente será mais recheada e mais interessante.

Coluna Oficina edição 180
06/06/2010
Vinnie Moore Workshop
Vinnie Moore - Blackmore Rock Bar - 30/05/2010
Terminada a tour com o UFO, Vinnie Moore voltou para São Paulo para fazer uma clínica de guitarra no Blackmore Rock Bar. Domingo nublado, cheguei ao local antes do horário do workshop (às 18 horas) e já havia uma tímida fila de guitarristas e admiradores. Vinnie chegou pouco antes do horário acompanhado pela produção e pela roadie Sylvia que também fez a tradução das perguntas e respostas.
Vinnie tocou músicas instrumentais de seus discos solos: “Time Odyssey”, “Meltdown” “Out Of Nowhere” e do mais recente álbum: “To The Core”.
Ele usou playbacks das músicas e utilizou o backline do show do UFO: os mesmos amplificadores, pedais e guitarras. Ele explicou detalhes e funções de cada pedal, o ajuste do amp e detalhes das guitarras. Tecnicamente, Vinnie mostrou um vocabulário musical bastante expressivo. Seu fraseado mudou muito desde a época “shredder oitentista”. Ele tocou muitos licks de pentatônica com cromatismos bem colocados, usou palhetada híbrida e usou um Ebow para certas passagens melódicas. Relembrou temas clássicos do começo de sua carreira que abusava das escalas menores harmônicas, arpejos diminutos e frases melancólicas.
Com bom humor, Vinnie respondeu a todas as perguntas. Falou da sensação quando efetivado como guitarrista do UFO – “algo surreal, tornar-se guitarrista de uma banda que costumava admirar e “tirar” os riffs e solos”. Explicou que ficou gripado na primeira tour com o UFO, falou da pressão e a ansiedade que passou. E quando abordado sobre a trilha que fez para o comercial da Pepsi, disse não lembrar mais do antológico solo que fez! Vinnie disse não conhecer muito de música brasileira e depois finalizou o workshop tocando a belíssima “Meltdown”. Depois da clínica, ele autografou CDs e tirou fotos com a maioria dos presentes. Vinnie seguiu depois para o sul do Brasil para uma série de workshops junto com o baterista Aquiles Priester, da banda Hangar.

Vinnie mandando bala com solos inspirados!

Meltdown!

In Control!

Eu e Vinnie!
fotos: Henry Ho, Miwa Sato
Terminada a tour com o UFO, Vinnie Moore voltou para São Paulo para fazer uma clínica de guitarra no Blackmore Rock Bar. Domingo nublado, cheguei ao local antes do horário do workshop (às 18 horas) e já havia uma tímida fila de guitarristas e admiradores. Vinnie chegou pouco antes do horário acompanhado pela produção e pela roadie Sylvia que também fez a tradução das perguntas e respostas.
Vinnie tocou músicas instrumentais de seus discos solos: “Time Odyssey”, “Meltdown” “Out Of Nowhere” e do mais recente álbum: “To The Core”.
Ele usou playbacks das músicas e utilizou o backline do show do UFO: os mesmos amplificadores, pedais e guitarras. Ele explicou detalhes e funções de cada pedal, o ajuste do amp e detalhes das guitarras. Tecnicamente, Vinnie mostrou um vocabulário musical bastante expressivo. Seu fraseado mudou muito desde a época “shredder oitentista”. Ele tocou muitos licks de pentatônica com cromatismos bem colocados, usou palhetada híbrida e usou um Ebow para certas passagens melódicas. Relembrou temas clássicos do começo de sua carreira que abusava das escalas menores harmônicas, arpejos diminutos e frases melancólicas.

Com bom humor, Vinnie respondeu a todas as perguntas. Falou da sensação quando efetivado como guitarrista do UFO – “algo surreal, tornar-se guitarrista de uma banda que costumava admirar e “tirar” os riffs e solos”. Explicou que ficou gripado na primeira tour com o UFO, falou da pressão e a ansiedade que passou. E quando abordado sobre a trilha que fez para o comercial da Pepsi, disse não lembrar mais do antológico solo que fez! Vinnie disse não conhecer muito de música brasileira e depois finalizou o workshop tocando a belíssima “Meltdown”. Depois da clínica, ele autografou CDs e tirou fotos com a maioria dos presentes. Vinnie seguiu depois para o sul do Brasil para uma série de workshops junto com o baterista Aquiles Priester, da banda Hangar.

Vinnie mandando bala com solos inspirados!

Meltdown!

In Control!

Eu e Vinnie!
fotos: Henry Ho, Miwa Sato
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